FABRÍCIO MOREIRA
O presidente Lula denunciou ontem o expediente da oposição de conduzir a disputa eleitoral à base de falsos dossiês em lugar de projetos de governo. Ao discursar na convenção nacional do PT que oficializou a candidatura de Dilma Rousseff e de Michel Temer, respectivamente à Presidência e à Vice-Presidência da República, Lula disse esperar “adversários dispostos a discutir com nível e que não façam jogo rasteiro, inventando dossiê todo dia”.
Mais adiante, o presidente lembrou a “crise que cheirava a quase golpe em 2005″ e, após recomendar “tranquilidade” à candidata petista e a seu companheiro de chapa, disse que “vocês todos viram o nível da campanha em 2006″. O presidente lançou ainda uma espécie de advertência às oposições.
“Não tentem ultrapassar o limite de política, porque as pessoas não sabem o que pode acontecer neste país”, alertou.
Lula também criticou a mídia, que, na sua opinião, favorece a candidatura tucana. O presidente citou “um certo canal de televisão” que exibiu “30 segundos da Dilma e 7 minutos do outro candidato” para depois reclamar imparcialidade na cobertura eleitoral.
“É preciso que a imprensa seja neutra ou, no mínimo, que diga que tem candidato, porque aí nós vamos mudar pro canal da nossa candidata.”
Por fim, o presidente brincou que, neste pleito, “vai haver um vazio na cédula eleitoral”, porque é a primeira vez em que ele não disputa uma eleição desde a redemocratização.
“Por isso é que eu mudei de nome. Em vez de Lula, nesta eleição eu vou me chamar Dilma.”
Realizada em Brasília, a convenção nacional do PT foi voltada para as mulheres. Antes da fala de Dilma, um vídeo exibido nos dois telões do Unique Palace, local da convenção, lembrou a história de várias mulheres, como Anita Garibaldi, Chiquinha Gonzaga e a Princesa Isabel. Algumas personalidades femininas notáveis também foram ao evento, como Maria da Penha, que dá nome à lei que pune a violência contra mulheres, a escritora Rose Marie Muraro e outras. A economista Maria Tavares da Conceição, doente, não foi, mas mandou uma carta de apoio a Dilma, de quem foi professora.
Leia em “A continuaidade que o Brasil deseja é seguir mudando para melhor” os principais trechos do discurso de Dilma.
O presidente Lula denunciou ontem o expediente da oposição de conduzir a disputa eleitoral à base de falsos dossiês em lugar de projetos de governo. Ao discursar na convenção nacional do PT que oficializou a candidatura de Dilma Rousseff e de Michel Temer, respectivamente à Presidência e à Vice-Presidência da República, Lula disse esperar “adversários dispostos a discutir com nível e que não façam jogo rasteiro, inventando dossiê todo dia”.
Mais adiante, o presidente lembrou a “crise que cheirava a quase golpe em 2005″ e, após recomendar “tranquilidade” à candidata petista e a seu companheiro de chapa, disse que “vocês todos viram o nível da campanha em 2006″. O presidente lançou ainda uma espécie de advertência às oposições.
“Não tentem ultrapassar o limite de política, porque as pessoas não sabem o que pode acontecer neste país”, alertou.
Lula também criticou a mídia, que, na sua opinião, favorece a candidatura tucana. O presidente citou “um certo canal de televisão” que exibiu “30 segundos da Dilma e 7 minutos do outro candidato” para depois reclamar imparcialidade na cobertura eleitoral.
“É preciso que a imprensa seja neutra ou, no mínimo, que diga que tem candidato, porque aí nós vamos mudar pro canal da nossa candidata.”
Por fim, o presidente brincou que, neste pleito, “vai haver um vazio na cédula eleitoral”, porque é a primeira vez em que ele não disputa uma eleição desde a redemocratização.
“Por isso é que eu mudei de nome. Em vez de Lula, nesta eleição eu vou me chamar Dilma.”
Realizada em Brasília, a convenção nacional do PT foi voltada para as mulheres. Antes da fala de Dilma, um vídeo exibido nos dois telões do Unique Palace, local da convenção, lembrou a história de várias mulheres, como Anita Garibaldi, Chiquinha Gonzaga e a Princesa Isabel. Algumas personalidades femininas notáveis também foram ao evento, como Maria da Penha, que dá nome à lei que pune a violência contra mulheres, a escritora Rose Marie Muraro e outras. A economista Maria Tavares da Conceição, doente, não foi, mas mandou uma carta de apoio a Dilma, de quem foi professora.
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