O candidato a presidente da República pelo PSDB, José Serra, teve um final agitado na jornada de campanha de hoje (24), em Araraquara, na região de Ribeirão Preto. Fez uma carreata de 15 minutos e um minicomício para militantes na região central da cidade, isso tudo já com um ferimento no topo da cabeça, provocado por batida no suporte do vídeo da van que o transportou de São Carlos ao município. Para encerrar, participou da celebração de uma missa na Igreja Nossa Senhora de Aparecida, na Vila Xavier, onde vários católicos não gostaram da mistura de religião com política. Ali, recebeu a bênção do padre e retornou para São Paulo.
Sobre as críticas de alguns católicos, que manifestaram indignação pelo ato do padre com os políticos (Geraldo Alckmin, candidato tucano ao governo de São Paulo também estava presente), além de outros que esboçaram uma vaia, Serra procurou se esquivar. "Não sei quem criticou, fui convidado e vim", limitou-se a responder o candidato tucano, na saída. A igreja estava lotada (pelo menos 1 mil pessoas estavam no local). Alckmin não viu problema. "Vou à missa todo domingo, em dia santo, pra mim é normal", disse o candidato ao governo paulista. O convite para a ida à missa foi do deputado federal araraquarense Dimas Ramalho (PPS).
"Viemos para ver a missa, não para ver político", disse Maria Fernandes, chateada. "A casa de Deus é aberta para todos", retrucou a amiga Maria Luísa Villa Leal. "Onde se viu o padre falar que estava diante do presidente do Brasil e do governador de São Paulo, é uma falta de respeito", disse o representante Paulo Sérgio Neves, proferindo alguns palavrões ao lado da sacristia. "É ridículo misturar política com religião", comentou Luciana, que preferiu só citar o prenome. O marido dela, Marcos, também não gostou. Outros devotos saíram rapidamente da igreja quando os políticos subiram ao altar para receber a bênção do padre. "Isso é uma palhaçada", vociferou um dos que abandonaram a paróquia.
Sobre as críticas de alguns católicos, que manifestaram indignação pelo ato do padre com os políticos (Geraldo Alckmin, candidato tucano ao governo de São Paulo também estava presente), além de outros que esboçaram uma vaia, Serra procurou se esquivar. "Não sei quem criticou, fui convidado e vim", limitou-se a responder o candidato tucano, na saída. A igreja estava lotada (pelo menos 1 mil pessoas estavam no local). Alckmin não viu problema. "Vou à missa todo domingo, em dia santo, pra mim é normal", disse o candidato ao governo paulista. O convite para a ida à missa foi do deputado federal araraquarense Dimas Ramalho (PPS).
"Viemos para ver a missa, não para ver político", disse Maria Fernandes, chateada. "A casa de Deus é aberta para todos", retrucou a amiga Maria Luísa Villa Leal. "Onde se viu o padre falar que estava diante do presidente do Brasil e do governador de São Paulo, é uma falta de respeito", disse o representante Paulo Sérgio Neves, proferindo alguns palavrões ao lado da sacristia. "É ridículo misturar política com religião", comentou Luciana, que preferiu só citar o prenome. O marido dela, Marcos, também não gostou. Outros devotos saíram rapidamente da igreja quando os políticos subiram ao altar para receber a bênção do padre. "Isso é uma palhaçada", vociferou um dos que abandonaram a paróquia.
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