Oposição menosprezou programas sociais de LulaReproduzido de: Dilma 13
 A geração de emprego tem impacto maior na redução da pobreza do que os programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, avaliou hoje a candidata à presidência Dilma Rousseff. Ela comentou os números excelentes do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados), que mostram a ciração recorde de vagas de trabalho.

Segundo Dilma, o aumento da renda do trabalho foi a principal causa da queda da pobreza no governo Lula, quando 28 milhões de pessoas saíram da miséria.

“Muitas vezes chamaram o Bolsa Família de Bolsa Esmola. Diziam que o governo estava fazendo política localizada, que não era consistente. Mas os dados apontam o contrário. Não é possível supor que o Brasil sairá da pobreza extrema sem gerar milhões de postos de trabalho”, afirmou Dilma, em entrevista coletiva concedida em Juiz de Fora (MG).
Dados do Caged apontam a geração de 288 mil empregos com carteira assinada em agosto. No ano, já são 1,95 milhão de postos de trabalho criados. De acordo com Dilma, para que mais empregos sejam criados, é fundamental manter o ritmo de crescimento econômico.
Crescimento do PIB
Para ela, a economia pode sim crescer a 7% sem que haja descontrole da inflação, como pregavam no passado. “Vamos crescer acima dos índices históricos do passado, que se caracteriza por índices baixíssimos. Quando dava 2,5% (de crescimento do PIB), o pessoal até soltava foguete”, disse a candidata.
Ela classificou como dívida social a desigualdade no Brasil, que foi ignorada nos governos anteriores, principalemnte entre 1995 e 2002. A mudança veio com o governo Lula, que colocou o tema “na ordem do dia”. “Ninguém pode ser governo no Brasil se não for capaz de responder a essa questão. Não era essa a pauta. Um país não pode ser desenvolvido se tiver uma parte de sua população condenada à marginalidade.”

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