Eduardo Castro
Correspondente da EBC na África
Gráficos disponibilizados na rede pela empresa de monitoramento Renesys mostram que à 0h34 (hora local) praticamente todas as rotas das redes egípcias deixaram de ter tráfego para os demais países.
O problema surge horas antes de uma nova manifestação, programada pela internet. Desde a década de 60, manifestações só podem ocorrer no Egito com autorização governamental.
Nessa quinta-feira (27), o governo negou qualquer interferência nos provedores ou nas páginas das redes sociais, como já havia sido denunciado nos três primeiros dias de protestos populares contra a situação econômica do país e o presidente Hosny Mubarak.
Na redes sociais, é imensa a quantidade de mensagens dizendo que os egípcios temem pela reação da polícia, mas não vão desistir das manifestações programadas para hoje (28), logo depois das orações muçulmanas.
Edição: Graça Adjuto
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