do PROFESSOR HARIOVALDO
Terrorismo
Depois do atentado cometido por uma célula petista contra o célere e moderno meio de transporte que orgulha São Paulo, quando terroristas escarlates colocaram blusas vermelhas nas engrenagens do maquinário, mais uma vez o audaz governo dos homens bons se vê às voltas com mais um repulsivo ataque.
Lembrando que, da vez anterior, a sabotagem foi denunciada pela vivaz ex-subprefeita da Lapa Soninha, ela mesma ex-membro da seita petralha, de onde fora resgatada pelo grande líder e salvador de almas perdidas, Joe Serra. Com a experiência vivida nas entranhas da repulsiva agremiação petista, logo de cara ela notou que a “falha” apresentada pela máquina era resultado de uma vil sabotagem. Lamentavelmente, a Justiça comprada pelo PT jogou o caso numa gaveta qualquer, o imprensalão lullista abafou o caso, e a ex-comentarista esportiva se viu ridicularizada na rede mundial de computadores pelos assalariados trolls esquerdopatas.

Pois bem. Desta vez, a horda subversiva cometeu um erro gravíssimo, seja por planejamento falho ou pela reconhecida incapacidade petralha em fazer qualquer coisa mais complexa. Ou pelos dois motivos ao mesmo tempo. No local da ação foi encontrada uma mala, onde havia mapas, ferramentas, disfarces, documentos falsos e dólares cubanos, o que imediatamente levou as autoridades paulistas a concluir que não se tratava de problema estrutural do Metrô, mas sim, de um atentado terrorista com propósitos políticos. Os agentes responsáveis pela ação de sabotagem já devem ter sido mandados desta para melhor, na mais pura tradição da Stasi ou da KGB.

Máscaras petistas
Máscaras petistas aprendidas na mala
No entanto, o equipamento esquecido ou abandonado pelos agentes da subversão facilitará a investigação das autoridades paulistas e suas identidades, bem como a dos seus chefes e financiadores em breve será conhecida pela opinião pública.

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