do DIÁRIO DA LIBERDADE
Diário Liberdade - As tropas leais ao governo líbio continuam resistindo na capital, enquanto a oposição calcula que a controlará por completo no dia de hoje.
Mais de 1.700 pessoas terão morrido nas últimas 24 horas em Trípoli, durante o avanço das tropas opositoras com o apoio da OTAN, a mesma que disse que intervinha no conflito para evitar vítimas mortais civis.
Apesar do bombardeio prévio da OTAN contra o quartel-general líbio, contra o aeroporto e outros pontos nevráligicos de Trípoli, a posterior entrada das tropas opositoras não derrotou por completo a resistência do dizimado exército dee Kaddafi, que continua mantendo focos de resistência na capital do país.
Algumas fontes afirmam que as forças governamentais ainda controlam entre 15 e 20% de Trípoli, com milhares de soldados fiéis defendendo o governo de Muamar Al Kaddafi, enquanto se confirmou a captura de três dos seus filhos pelas forças opositoras, que supostamente pretendem entregá-las ao Tribunal Penal Internacional.
Obama e Cameron ratificaram o seu apoio à oposição, enquanto Hugo Chávez denunciou a "destruição" da capital líbia por parte das supostas "democracias" ocidentais, definindo os acontecimentos como "massacre imperialista. Por seu turno, o porta-voz do governo líbio, Musa Ibrahim, reclamou um cessar-fogo e uma negociação entre governo e oposição para tentar deter o massacre e reconduzir a situação.
A queda do preço do petróleo é um dos efeitos da nova situação na Líbia, que os meios imperialistas definem como de iminente derrota do governo. David Cameron garantiu a participação de empresas britâncias na reconstrução de Trípoli, no que parece a reedição do reparto de contratos entre os estados participantes na destruição de Iraque. Caem as máscaras e, nos Estados Unidos, o congressista Ed Markey já reconheceu diante das câmaras que "sim, estamos na Líbia por causa do petróleo".
Diário Liberdade - As tropas leais ao governo líbio continuam resistindo na capital, enquanto a oposição calcula que a controlará por completo no dia de hoje.
Mais de 1.700 pessoas terão morrido nas últimas 24 horas em Trípoli, durante o avanço das tropas opositoras com o apoio da OTAN, a mesma que disse que intervinha no conflito para evitar vítimas mortais civis.
Apesar do bombardeio prévio da OTAN contra o quartel-general líbio, contra o aeroporto e outros pontos nevráligicos de Trípoli, a posterior entrada das tropas opositoras não derrotou por completo a resistência do dizimado exército dee Kaddafi, que continua mantendo focos de resistência na capital do país.
Algumas fontes afirmam que as forças governamentais ainda controlam entre 15 e 20% de Trípoli, com milhares de soldados fiéis defendendo o governo de Muamar Al Kaddafi, enquanto se confirmou a captura de três dos seus filhos pelas forças opositoras, que supostamente pretendem entregá-las ao Tribunal Penal Internacional.
Obama e Cameron ratificaram o seu apoio à oposição, enquanto Hugo Chávez denunciou a "destruição" da capital líbia por parte das supostas "democracias" ocidentais, definindo os acontecimentos como "massacre imperialista. Por seu turno, o porta-voz do governo líbio, Musa Ibrahim, reclamou um cessar-fogo e uma negociação entre governo e oposição para tentar deter o massacre e reconduzir a situação.
A queda do preço do petróleo é um dos efeitos da nova situação na Líbia, que os meios imperialistas definem como de iminente derrota do governo. David Cameron garantiu a participação de empresas britâncias na reconstrução de Trípoli, no que parece a reedição do reparto de contratos entre os estados participantes na destruição de Iraque. Caem as máscaras e, nos Estados Unidos, o congressista Ed Markey já reconheceu diante das câmaras que "sim, estamos na Líbia por causa do petróleo".
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