do GIZMODO BRASIL

Quando você navega pelo seu feed de notícias no Facebook, seu cérebro pode estar se enganando e achar que você está fazendo algo incrivelmente criativo e produtivo que vai melhorar sua vida. Ah, se fosse verdade!
Cientistas em Milão (Itália) e no MIT (EUA) examinaram os vários estados psicológicos de 30 pessoas enquanto elas usavam o Facebook, comparados a atividades relaxantes (como observar panoramas da natureza) e atividades de concentração (como resolver questões de matemática). Eles mediram respostas físicas e psicológicas incluindo taxa de respiração, ativação do cérebro e dilatação das pupilas, e descobriu que só enquanto usavam o Facebook – não olhando fotos ou fazendo cálculos – as pessoas eram levadas a um “estado central de fluxo”, ou apenas fluxo.
É quando você está completamente imerso em uma atividade, como ao tocar um instrumento ou escrever e sentir que tudo está, bem, fluindo. O psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi descreve o fluxo de forma excelente neste TED Talk.
Nós já sabemos que o Facebook é mais difícil de se resistir que álcool e cigarros. Então faz sentido que usar o Facebook seja prazeroso. Usar cocaína é prazeroso! Mas assim como toda droga viciante, os resultados sugerem que a rede social pode ter um efeito sinistro: o Facebook faz você pensar que está sendo produtivo, mesmo que seu feed esteja repleto de Humor no Face e animais mortos.
Talvez por isso seja importante ter em mente o que Daniel Gulati, da Harvard Business Review: com o tempo, o Facebook está nos deixando infelizes. Ele cria um ninho de comparações, fragmenta o nosso tempo, reduz contatos pessoais. Melhor encontrar seus amigos, escrever, criar música, fazer algo que crie um fluxo mental de verdade. [Cyberpsychology, Behavior and Social Networking]
Imagem: Shutterstock/PressureUA
Quando você navega pelo seu feed de notícias no Facebook, seu cérebro pode estar se enganando e achar que você está fazendo algo incrivelmente criativo e produtivo que vai melhorar sua vida. Ah, se fosse verdade!
Cientistas em Milão (Itália) e no MIT (EUA) examinaram os vários estados psicológicos de 30 pessoas enquanto elas usavam o Facebook, comparados a atividades relaxantes (como observar panoramas da natureza) e atividades de concentração (como resolver questões de matemática). Eles mediram respostas físicas e psicológicas incluindo taxa de respiração, ativação do cérebro e dilatação das pupilas, e descobriu que só enquanto usavam o Facebook – não olhando fotos ou fazendo cálculos – as pessoas eram levadas a um “estado central de fluxo”, ou apenas fluxo.
É quando você está completamente imerso em uma atividade, como ao tocar um instrumento ou escrever e sentir que tudo está, bem, fluindo. O psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi descreve o fluxo de forma excelente neste TED Talk.
Nós já sabemos que o Facebook é mais difícil de se resistir que álcool e cigarros. Então faz sentido que usar o Facebook seja prazeroso. Usar cocaína é prazeroso! Mas assim como toda droga viciante, os resultados sugerem que a rede social pode ter um efeito sinistro: o Facebook faz você pensar que está sendo produtivo, mesmo que seu feed esteja repleto de Humor no Face e animais mortos.
Talvez por isso seja importante ter em mente o que Daniel Gulati, da Harvard Business Review: com o tempo, o Facebook está nos deixando infelizes. Ele cria um ninho de comparações, fragmenta o nosso tempo, reduz contatos pessoais. Melhor encontrar seus amigos, escrever, criar música, fazer algo que crie um fluxo mental de verdade. [Cyberpsychology, Behavior and Social Networking]
Imagem: Shutterstock/PressureUA
Volta e meia alguém descobre a utilidade da roda e que gelo é frio.
ResponderExcluirOra tudo que induz os campos do prazer no cérebro pode se tornar viciante.
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