Jornalisticamente Falando...:
O ancestral comum a todos os mamíferos placentários - como o homem, o cavalo, o cão, o macaco e a baleia - apareceu após a extinção dos dinossauros, há 65 milhões de anos, revela uma pesquisa internacional que contou com a participação de um cientista brasileiro do Museu Nacional, no Rio de Janeiro.
"É cerca de 36 milhões de anos mais tarde do que as estimativas baseadas unicamente em dados genéticos [afirmavam]", explicou o brasileiro Marcelo Weksler, paleontólogo do Museu Nacional da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), um dos 23 coautores do estudo publicado na edição desta sexta-feira (8) da revista científica norte-americana Science.
Para chegar a esta conclusão, os cientistas se apoiaram no maior banco de dados do mundo, no qual examinaram traços genéticos e morfológicos das diferentes espécies para reconstruir a árvore genealógica dos mamíferos placentários, o ramo mais importante desta família que tem mais de 5.100 espécies vivas.
Para chegar ao ancestral comum dos mamíferos, um animal que seria do tamanho de um pequeno rato, estes cientistas destrincharam as características físicas e genéticas de 86 espécies, 40 delas já extintas, mas conhecidas através de seus fósseis.
No processo, reuniram 4.500 características morfológicas como a presença ou a ausência de asas, dentes e certos tipos de esqueletos, e depois as combinaram com dados genéticos.
O ancestral comum a todos os mamíferos placentários - como o homem, o cavalo, o cão, o macaco e a baleia - apareceu após a extinção dos dinossauros, há 65 milhões de anos, revela uma pesquisa internacional que contou com a participação de um cientista brasileiro do Museu Nacional, no Rio de Janeiro.
"É cerca de 36 milhões de anos mais tarde do que as estimativas baseadas unicamente em dados genéticos [afirmavam]", explicou o brasileiro Marcelo Weksler, paleontólogo do Museu Nacional da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), um dos 23 coautores do estudo publicado na edição desta sexta-feira (8) da revista científica norte-americana Science.
Para chegar a esta conclusão, os cientistas se apoiaram no maior banco de dados do mundo, no qual examinaram traços genéticos e morfológicos das diferentes espécies para reconstruir a árvore genealógica dos mamíferos placentários, o ramo mais importante desta família que tem mais de 5.100 espécies vivas.
Para chegar ao ancestral comum dos mamíferos, um animal que seria do tamanho de um pequeno rato, estes cientistas destrincharam as características físicas e genéticas de 86 espécies, 40 delas já extintas, mas conhecidas através de seus fósseis.
No processo, reuniram 4.500 características morfológicas como a presença ou a ausência de asas, dentes e certos tipos de esqueletos, e depois as combinaram com dados genéticos.

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