Brasil 24/7
247 – O julgamento da Ação Penal 470, do chamado mensalão, pode ganhar novo desfecho. O destino dos 12 réus está nas mãos do ministro novato Teori Zavascki, responsável por conceder à defesa dos condenador um prazo maior para apresentação dos recursos, até o dia 2 de maio.
Ministros já anunciaram que o STF deverá aceitar os chamados embargos infringentes, que permitiriam um novo julgamento aos réus condenados que receberam ao menos quatro votos pela absolvição – entre eles, os condenados por lavagem de dinheiro por 6 a 5, como o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), ou por formação de quadrilha por 6 a 4, como o ex-ministro José Dirceu.
A defesa do ex-ministro já anunciou que vai alegar erro em julgamento para reduzir pena, hoje de 10 anos e 10 meses.
Mesmo sem ter participado da primeira fase do julgamento, Zavascki terá outra chance de interferir diretamente no resultado final. Como um dos votos condenatórios foi o de Ayres Britto, que não está mais na corte, o novo ministro pode decidir pela absolvição e, assim ambos podem ser inocentados.
Se decidir o fazer, Zavascki deixará o presidente do STF, irritado ao ponto máximo. Barbosa, relator que propôs e obteve da maioria dos seus pares as condenações pedidas, passaria a considerar até mesmo uma aposentadoria precoce do STF, ultrapassando, em seguida, os limites do Poder Judiciário para engajar-se na atividade política como um paladino da moralidade perdida.
Corte deverá aceitar os chamados embargos infringentes, que permitiriam um novo julgamento aos condenados no chamado mensalão que receberam ao menos quatro votos pela absolvição, entre eles o deputado João Paulo Cunha (PT-SP) e o ex-ministro José Dirceu; mesmo sem ter participado da primeira fase da Ação Penal 470, ministro novato pode votar no lugar de Ayres Britto e livrar ambos da prisão em regime fechado – e assim conquistar um inimigo de peso: Joaquim Barbosa
247 – O julgamento da Ação Penal 470, do chamado mensalão, pode ganhar novo desfecho. O destino dos 12 réus está nas mãos do ministro novato Teori Zavascki, responsável por conceder à defesa dos condenador um prazo maior para apresentação dos recursos, até o dia 2 de maio.
Ministros já anunciaram que o STF deverá aceitar os chamados embargos infringentes, que permitiriam um novo julgamento aos réus condenados que receberam ao menos quatro votos pela absolvição – entre eles, os condenados por lavagem de dinheiro por 6 a 5, como o deputado João Paulo Cunha (PT-SP), ou por formação de quadrilha por 6 a 4, como o ex-ministro José Dirceu.
A defesa do ex-ministro já anunciou que vai alegar erro em julgamento para reduzir pena, hoje de 10 anos e 10 meses.
Mesmo sem ter participado da primeira fase do julgamento, Zavascki terá outra chance de interferir diretamente no resultado final. Como um dos votos condenatórios foi o de Ayres Britto, que não está mais na corte, o novo ministro pode decidir pela absolvição e, assim ambos podem ser inocentados.
Se decidir o fazer, Zavascki deixará o presidente do STF, irritado ao ponto máximo. Barbosa, relator que propôs e obteve da maioria dos seus pares as condenações pedidas, passaria a considerar até mesmo uma aposentadoria precoce do STF, ultrapassando, em seguida, os limites do Poder Judiciário para engajar-se na atividade política como um paladino da moralidade perdida.
