Brasil Econômico
Os protótipos de duas empresas, em fase de certificação, disputam quem ficará com o título de pioneiro.
O imaginário de um futuro repleto de carros voadores como na animação dos Jetsons se aproxima da realidade graças aos protótipos de duas empresas, a americana Terrafugia e a holandesa Pal-V Europe N.V..Depois de comprovarem, em março de 2012, a eficiência de seus modelos, as duas fazem os últimos ajustes para o lançar os veículos no mercado.
Enquanto a Pal-V foca na linha de produção para iniciar as entregas no final de 2015, a Terrafugia apresentou, no mês passado, o conceito da sua segunda geração de aeronaves, o TF-X.
Fundada em 2006 por engenheiros do Massachusetts Institute of Technology ( MIT), a Terrafugia já tem mais de 100 pedidos de seu modelo inaugural, o Transition, que custa US$279 mil (cerca de R$ 597 mil). Parecido com um avião de pequeno porte, o veículo têm uma hélice traseira e asas retráteis e chega a 185 km/h no ar.
Já a concorrente holandesa deve iniciar as vendas do Pal-V One no segundo semestre deste ano. Segundo o engenheiro chefe da empresa, Mike Stekelenburg, a expectativa é vender 600 unidades por ano, cada uma por € 250 mil (cerca de R$ 707 mil)."Levará algum tempo para desenvolver esse mercado, mas é possível conseguir rentabilidade com quantidades pequenas de vendas", explica. Pessoas físicas e jurídicas e instituições militares estão entre a potencial clientela.
Também movido a gasolina, o híbrido se comporta como um triciclo em terra e um girocóptero nos céus. O professor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Bento de Mattos, explica que em aeronaves dotadas da tecnologia giroplano, como esta, o motor não aciona o rotor principal (a hélice maior), e sim a hélice traseira, que tem a função de impulsionar o veículo para a corrida de decolagem, necessária para criar um vento relativo. Esse vento é responsável pelo giro do rotor, que permite a subida do híbrido. O Pal-V One precisa de apenas 165 metros para decolar e ainda está em fase de certificação.
De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as aeronaves serão registradas como experimentais por aqui apenas se a operação tiver fins lucrativos. Para pilotar é preciso ter mais de 18 anos e um Certificado de Piloto Desportivo (CPD), se o objetivo for lazer, ou o Certificado de Piloto de Recreio (CPR) para frequentar espaço aéreo controlado.
Fundada em 2006 por engenheiros do MIT, a Terrafugia já tem mais de 100
pedidos de seu modelo inaugural, o Transition, que custa US$279 mil.
Os protótipos de duas empresas, em fase de certificação, disputam quem ficará com o título de pioneiro.
O imaginário de um futuro repleto de carros voadores como na animação dos Jetsons se aproxima da realidade graças aos protótipos de duas empresas, a americana Terrafugia e a holandesa Pal-V Europe N.V..Depois de comprovarem, em março de 2012, a eficiência de seus modelos, as duas fazem os últimos ajustes para o lançar os veículos no mercado.
Enquanto a Pal-V foca na linha de produção para iniciar as entregas no final de 2015, a Terrafugia apresentou, no mês passado, o conceito da sua segunda geração de aeronaves, o TF-X.
Fundada em 2006 por engenheiros do Massachusetts Institute of Technology ( MIT), a Terrafugia já tem mais de 100 pedidos de seu modelo inaugural, o Transition, que custa US$279 mil (cerca de R$ 597 mil). Parecido com um avião de pequeno porte, o veículo têm uma hélice traseira e asas retráteis e chega a 185 km/h no ar.
Já a concorrente holandesa deve iniciar as vendas do Pal-V One no segundo semestre deste ano. Segundo o engenheiro chefe da empresa, Mike Stekelenburg, a expectativa é vender 600 unidades por ano, cada uma por € 250 mil (cerca de R$ 707 mil)."Levará algum tempo para desenvolver esse mercado, mas é possível conseguir rentabilidade com quantidades pequenas de vendas", explica. Pessoas físicas e jurídicas e instituições militares estão entre a potencial clientela.
Também movido a gasolina, o híbrido se comporta como um triciclo em terra e um girocóptero nos céus. O professor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Bento de Mattos, explica que em aeronaves dotadas da tecnologia giroplano, como esta, o motor não aciona o rotor principal (a hélice maior), e sim a hélice traseira, que tem a função de impulsionar o veículo para a corrida de decolagem, necessária para criar um vento relativo. Esse vento é responsável pelo giro do rotor, que permite a subida do híbrido. O Pal-V One precisa de apenas 165 metros para decolar e ainda está em fase de certificação.
De acordo com a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), as aeronaves serão registradas como experimentais por aqui apenas se a operação tiver fins lucrativos. Para pilotar é preciso ter mais de 18 anos e um Certificado de Piloto Desportivo (CPD), se o objetivo for lazer, ou o Certificado de Piloto de Recreio (CPR) para frequentar espaço aéreo controlado.
