
Examine, por favor, a imagem acima. Gostou?
O autor é um iraniano, Makan Emadi. Claro que ele não mora no Irã, onde se fizesse este tipo de arte há muito tempo já teria sido despachado para a companhia de Maomé. Ele vive em Los Angeles, para onde sua família se mudou em 1979, quando ele tinha 14 anos e os aiatolás tomaram o poder no Irã.
É um ponto dele que eu gostaria de colocar em discussão.
Emadi disse, numa entrevista, que sua obra é uma espécie de manifesto em defesa da mulher. Não apenas a mulher islâmica mas a mulher ocidental também. A sexualidade desta é vendida, a daquela é negada.
Há tempos tenho essa visão, mas não a tinha conseguido formular com a lucidez de Emadi.
Sabe-se que a mulher islâmica tem um longo caminho a percorrer para se afirmar. Ponto. Mas a mulher ocidental avançou talvez bem menos do que pensa. Colocar piercing na vagina e gritar isso ao mundo está longe de ser uma prova de poder, ao contrário do que muitas mulheres pretensamente de vanguarda imaginam.
Elas se submetem à dor da perfuração dos lábios inferiores para satisfazer não a si mesmas, mas para tentar com isso chamar a atenção dos homens numa atitude subserviente.
Vejo mulheres ocidentais erguerem a voz em defesa das muçulmanas. Talvez devessem cuidar de si próprias primeiro. Sua sexualidade histérica é comprada e vendida pelos suspeitos de sempre, nós, homens.
O autor é um iraniano, Makan Emadi. Claro que ele não mora no Irã, onde se fizesse este tipo de arte há muito tempo já teria sido despachado para a companhia de Maomé. Ele vive em Los Angeles, para onde sua família se mudou em 1979, quando ele tinha 14 anos e os aiatolás tomaram o poder no Irã.
É um ponto dele que eu gostaria de colocar em discussão.
Emadi disse, numa entrevista, que sua obra é uma espécie de manifesto em defesa da mulher. Não apenas a mulher islâmica mas a mulher ocidental também. A sexualidade desta é vendida, a daquela é negada.
Há tempos tenho essa visão, mas não a tinha conseguido formular com a lucidez de Emadi.
Sabe-se que a mulher islâmica tem um longo caminho a percorrer para se afirmar. Ponto. Mas a mulher ocidental avançou talvez bem menos do que pensa. Colocar piercing na vagina e gritar isso ao mundo está longe de ser uma prova de poder, ao contrário do que muitas mulheres pretensamente de vanguarda imaginam.
Elas se submetem à dor da perfuração dos lábios inferiores para satisfazer não a si mesmas, mas para tentar com isso chamar a atenção dos homens numa atitude subserviente.
Vejo mulheres ocidentais erguerem a voz em defesa das muçulmanas. Talvez devessem cuidar de si próprias primeiro. Sua sexualidade histérica é comprada e vendida pelos suspeitos de sempre, nós, homens.
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