
Orgulhosa de sua nacionalidade e sua tradição cultural, confrontou a reinante penetração dos costumes norte-americanos, tudo isso misturado com um peculiar senso de humor. Entre suas obras destacam-se: Auto retrato em um vestido de veludo (1926), Auto retrato (1929), Frieda e Diego Rivera ou Frieda Kahlo e Diego Rivera (1931), Henry Ford Hospital (1932) e Auto retrato na Fronteira entre o México e os Estados Unidos (1932). Ao longo de sua vida, ela teve vários problemas de saúde por conta de um acidente e também viveu um longo e turbulento relacionamento com o também artista e pintor Diego Rivera. Ela morreu no dia 13 de julho de 1954, também em Coyoacán.
Bebi porque queria afogar minhas mágoas, mas estas malditas aprenderam a nadar.
Eu pinto auto-retratos porque estou muitas vezes sozinha, porque eu sou a pessoa que eu conheço melhor.
Eu sofri dois acidentes graves na minha vida, um foi aquele que um bonde me derrubou ... O outro acidente foi Diego (Diego Rivera, seu marido).
Eles pensaram que eu era uma surrealista, mas eu não era. Eu nunca pintei sonhos. Eu pintei a minha própria realidade.
Frida Kahlo
Imagem: Guillermo Kahlo (1871-1941) (Sotheby's) [Public domain], via Wikimedia Commons
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