
A realidade ficou bem aquém do prometido na frase bradada aos quatro ventos pela turba de idiotas verdeeamarelistas, “é só tirar a Dilma que melhora”. Até a PEC do Apocalipse que congela os investimentos públicos por 20 anos em conjunto com a lei de responsabilidade fiscal, que são tratadas como obras primas da política brasileira, serão impossíveis de serem cumpridas, levando o próximo mandatário à beira do precipício. Foi que avaliou o professor da Unicamp, ouvido pelo UOL, Pedro Rossi, que sintetizou:
“O presidente assume sem poder se mexer”.
Ainda ponderou que esse modelo de estado mínimo que se instaurou no Brasil, não dá certo e até o FMI já revisou suas convicção. Ou seja, o Brasil está na contramão da história, afirmou o economista.
“O que tínhamos de fazer é uma discussão ampla com a sociedade, explicar a gravidade da situação e os possíveis caminhos para enfrentá-la. O ideal era que este debate fosse feito na campanha eleitoral, o país escolhesse o rumo que quisesse seguir e, assim que assumisse em 2019, o presidente já começasse trabalhando no projeto eleito, sem mais perda de tempo, porque nossa situação é urgente.”

*Com informações do UOL.
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