
Ainda não nos é dado prever até que limites o ódio de Moro ao PT levará a Lava Jato.
Sabemos que esse ódio influirá nos destinos humanos do país enquanto perdurar a vaidade doentia de um juiz que nutre o ódio para se nutrir dele em suas perseguições políticas a membros do Partido dos Trabalhadores, a mando do partido de seus donos, o PSDB.
O primeiro a ladrar contra a focinheira que Toffoli colocou em Moro contra a perversidade do juiz de Curitiba contra Zé Dirceu, foi Dallagnol, atropelando qualquer protocolo natural que um procurador federal é obrigado a resguardar.
Dallagnol preferiu jogar a população contra Toffoli em seu twitter, insinuando que o ministro do STF foi desonesto, pra dizer o mínimo, com a seguinte afirmação: “Toffoli cancela cautelares de seu ex-chefe”
Não sei se isso dará em alguma penalidade contra Dallagnol, mas que é um ato de insubordinação e difamação de um ministro do STF, é.
E o sujeito já está enrolado em outro furdunço.
O corregedor nacional do Ministério Público, Orlando Rochadel Moreira, abriu contra Deltan Dallagnol um processo administrativo disciplinar. Acusa-o de “ofender” e “incitar o ódio” contra o Congresso Nacional. Ou seja, a coisa não anda tão frouxa para o lado do Beato Salu do MPF.
Dallagnol é o tipo de vigarista que todo fascista adora.
Recebe auxílio-moradia, compra imóveis do Minha Casa,Minha Vida, para especular nas costas dos pobres, vive dando palestras e ganhando muita grana de empresas privadas, e ainda posa nas redes sociais como paladino da moral pública.
O fato é que Moro tentou, mais uma vez, usar a toga como arma de vingança política contra Dirceu e se deu mal.
O sujeito já usou e abusou de sua antiga popularidade, artificialmente criada pela Globo, para cometer crime até contra a presidência da república, vazando um grampo ilegal de Dilma para a Globo atropelando o STF.
Em outro país, seria fuzilado por alta traição.
A decisão de Toffoli de restauração da legalidade, violada inúmeras vezes desde o começo da Lava Jato em 2014 sem qualquer fundamento constitucional, apenas está seguindo uma tendência inaugurada no STF pelos ministros chamados de legalistas.
Mas a questão urge é maior: quando a sociedade verá uma tornozeleira eletrônica amarrada no ódio jurídico que a Lava Jato da Globo exala nesse país?
A Postagem