07 de agosto de 2018 | Clipping


O Estado de S. Paulo
Manchete : Falta de dinheiro se torna ameaça a Censo Demográfico do IBGE
Instituto precisa de R$ 1 bilhão já em 2019, mas deve receber cerca de R$ 200 milhões

Considerado imprescindível para a definição de políticas públicas, o Censo Demográfico 2020 ficará mais enxuto para não ser inviabilizado. O custo total do levantamento foi calculado em R$ 3,4 bilhões pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mas o governo diz não ter como bancar esse valor.

Para dar início aos preparativos do censo, que vai coletar dados nos domicílios de todos os brasileiros, o IBGE precisaria de R$ 1 bilhão já em 2019, mas só deve receber entre R$ 200 milhões e R$ 250 milhões. O instituto já havia indicado em outras ocasiões que é muito difícil levar a pesquisa a campo com um orçamento reduzido.

A dificuldade para garantir a verba de 2019 torna ainda mais remota a possibilidade de obter os R$ 2,4 bilhões restantes em 2020. A avaliação da equipe econômica é de que o IBGE vai ter de “racionalizar” o levantamento. (Economia / Págs. B1 e B4)


Campanhas ‘terceirizam’ saída para crise nos Estados
Planos de governo de importantes candidatos a governador do Rio Grande do Sul, Minas Gerais e Rio de Janeiro, que se encontram em grave crise financeira, contêm propostas de soluções que necessitam de boa vontade da União. Em alguns casos, candidatos “terceirizam” para o governo federal a solução dos problemas. (Política / Pág. A6)

Ações na Justiça
Ao menos 1/4 dos candidatos a governador respondem nos tribunais a processos que têm relação com a administração pública. (Pág. A4)

Livro relembra 'JEITINHO’ de Ciro Gomes
Na mais longa entrevista que já concedeu - em 1994, publicada no livro No País dos Conflitos, esgotado -, o hoje presidenciável Ciro Gomes (PDT) contou que sua primeira candidatura a deputado estadual, em 1982, pelo PDS (ex-Arena), desrespeitou o prazo de filiação partidária. “Eu não era filiado a partido nenhum e havia passado já o prazo de filiação. Mas deram lá um jeito, conforme os costumes da terra, e a minha filiação foi feita.” (Política / Pág. A8)

Kofi Annan - 1938 = 2018
NOBEL DA PAZ E ALVO DE CRÍTICA

Primeiro africano a ser secretário-geral da ONU (entre 1997 e 2006), o ganês Kofi Annan morreu ontem, em Berna, na Suíça. Obteve sucesso em conflitos como do Quênia, mas foi criticado pelos EUA ao condenar guerra contra Iraque. (Internacional / Pág. A16)


Ecologista apoia ação de populações nativas (Metrópole / Pág. A6)

Eliane Cantanhêde 
Marina atinge Bolsonaro

Todo o resto chuta o PT e Alckmin, e ninguém chuta cachorro morto. (Política / Pág. A6)


Vera Magalhães 
Marina rasga os manuais

Ela encarnou aquele que Alckmin gosta de evocar como seu padrinho: Mario Covas. (Política / Pág. A8)


Leandro Karnal 
Ódio nostálgico

Sem o anonimato das redes, o preconceituoso volta a ser o velho panaca de sempre. (Caderno 2 / Pág. C4)


Notas & Informações
Voracidade e ineficiência

Com voracidade incomum, o Estado brasileiro abocanha um terço do valor da produção interna e devolve à sociedade, em troca, serviços insuficientes e de baixa qualidade. (Pág. A3)

Um fôlego para Santas Casas

MP tira rede filantrópica da sala de emergências. (Pág. A3)


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