Todos que levaram Temer ao Planalto e apoiaram suas medidas contra o povo e que arrasou o país, estão com Bolsonaro. Ele próprio ao votar no Impeachment homenageou um dos maiores torturadores da ditadura, inclusive da ex-presidenta Dilma, o coronel Brilhante Ustra.



Ao invés de procurar melhorar a situação da educação, de saúde, do saneamento, da pesquisa e tecnologia, aprovou a Emenda Constitucional 95 congelando investimentos nessas áreas por 20 anos; Bolsonaro votou a favor.

Ao invés de criar mais empregos e melhorar a situação dos trabalhadores, aprovou a Reforma Trabalhista que arrancou direitos conquistados há várias décadas. Bolsonaro também votou a favor, mas achou muito fraca, e agora na campanha o seu pretenso ministro propõe uma outra Carteira de Trabalho “Amarela”, sem os direitos trabalhistas e ainda o fim do 13º salário e das férias que seriam “jaboticabas” no lombo dos empresários.

Temer, talvez querendo ganhar o “prêmio” de maior entreguista do Brasil, já privatizou os mais ricos poços de petróleo do Pré-Sal, várias hidroelétricas, a Embraer e outras empresas. Mas Bolsonaro, não perderia esse “prêmio” para Temer; já declarou que vai privatizar a Petrobras, a Eletrobras, o Banco do Brasil, a Caixa Econômica e mais de 50 empresas estatais.

Bolsonaro, à moda do Velho Oeste, diz a todo momento que vai “resolver” o problema da violência na base da metralhadora, e que vai armar a população, principalmente os fazendeiros, para enfrentar posseiros e os trabalhadores rurais sem terra na bala. Em claro sinal de como poderá ser o pretenso futuro governo, seu filho Eduardo Bolsonaro declarou que o STF pode ser fechado mesmo sem uso da tropa, apenas por um soldado e um cabo.

Não é preciso ser muito inteligente para concluir que Bolsonaro seria muito pior que Temer, talvez este seu irmão siamês menos mau.

O Brasil não precisa de um brutamontes tresloucado semelhante a outros “salvadores” da Pátria como Hitler, na Alemanha, e Jânio Quadros, no Brasil, que atirou o Brasil na escuridão e arbítrio por 21 anos de ditadura militar.

O Brasil precisa de uma política nacional de desenvolvimento, que possa gerar mais empregos e melhorias nas áreas de saúde, educação, habitação e outras, e não da mesma política adotada por Temer que quebrou o Brasil, a tal política neoliberal que também arrasou outros países como a Grécia, Espanha, México e aqui do lado a Argentina.

O Brasil precisa de mais democracia, de progresso, de paz e de união entre os brasileiros.


*Aluisio Arruda é jornalista, arquiteto e urbanista





Portal Vermelho

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