O dono do artefato precioso, que vive em uma fazenda no estado norte-americano do Michigan, usava o meteorito para segurar portas há 30 anos
POR REDAÇÃO GALILEU
Um peso de porta ou um tesouro para a ciência? Um homem que vive em uma fazenda no estado norte-americano de Michigan adquiriu em 1988 um meteorito de aspecto interessante, mas que não parecia ter muita utilidade prática. Assim como o antigo dono do artefato, ele usou o objeto como peso de porta e, eventualmente, deixava que seus filhos mostrassem a rocha vinda do espaço em exposições na escola.
Neste ano, entretanto, ele começou a ler notícias sobre meteoritos que podiam valer centenas de milhares de dólares: após décadas, o homem cogitou que podia estar com um objeto precioso em sua casa. Ele levou o meteorito à Universidade Central de Michigan (CMU), onde a pesqusiadora Mona Sirbescu avaliou as propriedades físicas e químicas do item.
De fato, o meteorito valia muito: pesando 10 quilos, o objeto espacial apresenta características raras ao ser 88% composto de ferro e 12% de níquel. Após realizar um estudo a partir de raios-x, os pesquisadores levarão amostras do artefato para o Instituto Smithsonian para análises mais complexas.
Caso a raridade seja confirmada, o homem poderá vender seu meteorito para colecionadores ou museus: objetos espaciais de ferro e níquel já foram comercializados com valores que chegam a US$ 100 mil (o equivalente a R$ 386 mil). Em fevereiro deste ano, um meteorito encontrado no estado norte-americano do Arizona foi vendido por US$ 237 mil, o que significa quase R$ 920 mil na cotação atual da moeda.
Galileu
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| O METEORITO QUE ESTAVA NA RESIDÊNCIA DE UM HOMEM QUE MORA NO MICHIGAN (FOTO: DIVULGAÇÃO) |
Um peso de porta ou um tesouro para a ciência? Um homem que vive em uma fazenda no estado norte-americano de Michigan adquiriu em 1988 um meteorito de aspecto interessante, mas que não parecia ter muita utilidade prática. Assim como o antigo dono do artefato, ele usou o objeto como peso de porta e, eventualmente, deixava que seus filhos mostrassem a rocha vinda do espaço em exposições na escola.
Neste ano, entretanto, ele começou a ler notícias sobre meteoritos que podiam valer centenas de milhares de dólares: após décadas, o homem cogitou que podia estar com um objeto precioso em sua casa. Ele levou o meteorito à Universidade Central de Michigan (CMU), onde a pesqusiadora Mona Sirbescu avaliou as propriedades físicas e químicas do item.
De fato, o meteorito valia muito: pesando 10 quilos, o objeto espacial apresenta características raras ao ser 88% composto de ferro e 12% de níquel. Após realizar um estudo a partir de raios-x, os pesquisadores levarão amostras do artefato para o Instituto Smithsonian para análises mais complexas.
Caso a raridade seja confirmada, o homem poderá vender seu meteorito para colecionadores ou museus: objetos espaciais de ferro e níquel já foram comercializados com valores que chegam a US$ 100 mil (o equivalente a R$ 386 mil). Em fevereiro deste ano, um meteorito encontrado no estado norte-americano do Arizona foi vendido por US$ 237 mil, o que significa quase R$ 920 mil na cotação atual da moeda.
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| A CIENTISTA MONA SIRBESCU COM O METEORITO (FOTO: REPRODUÇÃO/YOUTUBE) |
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