O Bank of England (“Banco da Inglaterra”) não quer devolver mais de 550 milhões de dólares em ouro para a Venezuela. Há mais de dois meses o país latino-americano pediu a repatriação do ouro guardado no banco inglês, uma forma da Venezuela sair da crise que se encontra por conta de um boicote imenso do imperialismo.
Entretanto, o boicote chegou a um ponto que, não só os países mais ricos e mais poderosos do mundo decidem criar uma barreira nas relações econômicas entre a Venezuela e os outros países, mas também decidem não devolver ao país o que lhe pertence.
O que também demonstra a podridão que são os bancos imperialistas. O ouro é Venezuelano e simplesmente está guardado em um banco inglês. E o banco, que está fazendo sua função de guardar riquezas, decide não devolver o que pertence a outro. Aliás, se estão fazendo isso com um país, o que não irão fazer com os indivíduos simples, mas também as grandes empresas.
Esse é um dos motivos pelo qual o capital financeiro é uma característica essencial e o setor mais poderoso do imperialismo. Os bancos controlam toda a administração financeira do mundo, inclusive das maiores empresas imperialistas, dos países e assim por diante.
A decisão do Banco inglês faz parte do decorrer do golpe de estado que está se organizando na Venezuela. O imperialismo está sabotando a situação interna venezuelana para criar as condições para invadir o país. Para exemplificar, semana passada os Estados Unidos decidiram colocar sanções à exportação de ouro feita pela Venezuela. Percebe-se então que é toda uma manobra orquestrada do imperialismo contra os Venezuelanos.
Diário Causa Operária

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