HÁ 36 ANOS, ISAAC ASIMOV ESCREVIA SOBRE COMO SERIA O MUNDO EM 2019 (FOTO: REPRODUÇÃO)
Em 1983, Isaac Asimov (1920–1992), responsável por clássicos como Eu, Robô, a trilogia Fundação e As Cavernas de Aço, fez previsões de como um bocado de coisas seriam em 2019. As ideias foram publicadas em um ensaio no jornal canadense The Star — e muitas delas estavam certas. Confira as principais:
Partindo da hipótese de que nós não teríamos destruído o planeta com uma guerra nuclear, Asimov acreditava que nosso dia a dia já estaria completamente transformado pela computadorização. A transição para um mundo todo high tech, segundo ele, seria difícil, mas nós daríamos conta do recado de nos adaptarmos.
"A geração da transição estará morrendo e haverá uma nova crescendo que será educada para esse novo mundo", apostou o autor.
Embora não tenha mencionado os smartphones que carregamos no bolso diariamente, ele ressalta que computadores já seriam "essenciais" ao governo, à indústria — tomando o espaço antes ocupado por humanos — e chegariam aos nossos lares.
No ensaio, o escritor reflete a respeito das consequências disso tudo no meio ambiente. "As consequências da irresponsabilidade humana em termos de desperdício e poluição se tornarão mais aparentes e insuportáveis com o tempo. Tentativas de lidar com isso se tornarão mais extenuantes."
Ele se mostrou otimista em relação ao lazer e à educação, acreditando que teríamos tempo de sobra para fazer pesquisas científicas e apreciar obras de arte; a educação, por sua vez, se tornaria mais "divertida", pois não seria um interesse forçado por fatores externos às pessoas e se valeria do auxílio da tecnologia.
Por outro lado, os aspectos negativos de nosso mundo em 2019, segundo o autor, seriam a "derrota da superpopulação, a poluição e o militarismo".
Já a respeito da conquista espacial, ele supõe com bastante otimismo que, à esta altura, nós já estaríamos construindo casas no espaço e estações de mineração na Lua. De fato, essas estruturas estão cada vez mais próximas de se tornar realidade.
Leia o ensaio completo de Asimov aqui.
Galileu
Spoiler: o autor de "Eu, Robô" acertou várias coisas sobre como vivemos atualmente
Em 1983, Isaac Asimov (1920–1992), responsável por clássicos como Eu, Robô, a trilogia Fundação e As Cavernas de Aço, fez previsões de como um bocado de coisas seriam em 2019. As ideias foram publicadas em um ensaio no jornal canadense The Star — e muitas delas estavam certas. Confira as principais:
Tecnologia
Partindo da hipótese de que nós não teríamos destruído o planeta com uma guerra nuclear, Asimov acreditava que nosso dia a dia já estaria completamente transformado pela computadorização. A transição para um mundo todo high tech, segundo ele, seria difícil, mas nós daríamos conta do recado de nos adaptarmos.
"A geração da transição estará morrendo e haverá uma nova crescendo que será educada para esse novo mundo", apostou o autor.
Embora não tenha mencionado os smartphones que carregamos no bolso diariamente, ele ressalta que computadores já seriam "essenciais" ao governo, à indústria — tomando o espaço antes ocupado por humanos — e chegariam aos nossos lares.
Meio ambiente
No ensaio, o escritor reflete a respeito das consequências disso tudo no meio ambiente. "As consequências da irresponsabilidade humana em termos de desperdício e poluição se tornarão mais aparentes e insuportáveis com o tempo. Tentativas de lidar com isso se tornarão mais extenuantes."
Educação
Ele se mostrou otimista em relação ao lazer e à educação, acreditando que teríamos tempo de sobra para fazer pesquisas científicas e apreciar obras de arte; a educação, por sua vez, se tornaria mais "divertida", pois não seria um interesse forçado por fatores externos às pessoas e se valeria do auxílio da tecnologia.
Por outro lado, os aspectos negativos de nosso mundo em 2019, segundo o autor, seriam a "derrota da superpopulação, a poluição e o militarismo".
Vida no espaço
Já a respeito da conquista espacial, ele supõe com bastante otimismo que, à esta altura, nós já estaríamos construindo casas no espaço e estações de mineração na Lua. De fato, essas estruturas estão cada vez mais próximas de se tornar realidade.
Leia o ensaio completo de Asimov aqui.
Galileu

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