O presidente deposto da Bolívia exilado na Argentina, Evo Morales, alertou em seu Twitter que sua advogada, Patricia Hermosa, foi detida ao chegar na Bolívia para realizar a inscrição de Evo como candidato nas eleições de maio de 2020
(Foto: Reuters)
247 - O presidente deposto da Bolívia exilado na Argentina, Evo Morales, alertou em seu Twitter que sua advogada, Patricia Hermosa, foi detida ao chegar na Bolívia para realizar a inscrição de Evo como candidato nas eleições de maio de 2020.
A reportagem da revista Fórum (por Lucas Rocha) destaca que "Morales foi reeleito presidente em outubro do ano passado, mas foi derrubado por um golpe de Estado dado por setores da direita com o apoio da Polícia Nacional e dos militares."
Morales tuitou: "denuncio à comunidade internacional a detenção ilegal de minha advogada Patricia Hermosa, responsável por executar os procedimentos para minha inscrição como assembleísta e pelo sequestro de toda a minha documentação pessoal, como meu caderno de serviço militar. #DictaduraEnBolivia."
A matéria ainda acrescenta que "Hermosa é ex-chefe de gabinete do ex-presidente e possui uma procuração que a permite representá-lo oficialmente. A Defensoria Pública disse estar monitorando o caso. Não se sabe o paradeiro da advogada."
Brasil 247

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