![]() |
| © REUTERS / Ueslei Marcelino |
Nesta segunda-feira (20), o procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um inquérito sobre manifestações em defesa de um golpe militar no Brasil.
As manifestações foram realizadas no domingo (19) em diversas cidades e também tinham como tema a oposição às medidas de isolamento social impostas em estados brasileiros.Em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro participou de uma dessas manifestações, discursando para uma multidão em frente ao quartel-general do Exército na capital. Já nesta segunda-feira, Bolsonaro defendeu as instituições e negou apoiar pedidos de intervenção militar dos manifestantes.
![]() |
| © AP PHOTO / ERALDO PERES Subprocurador Augusto Aras durante sabatina na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ) |
A PGR, através de Aras, quer apurar possível violação da Lei de Segurança Nacional nas manifestações e reconhece que o protesto teve também a defesa do AI-5.
"Qualquer atentado à democracia afronta a Constituição e a Lei de Segurança Nacional", disse Aras, conforme publicou o jornal Folha de São Paulo.No inquérito, ainda segundo a PGR, os organizadores das manifestações poderão ser punidos com prisão por violar diversos artigos da lei.
No STF, a decisão de abertura do inquérito caberá ao ministro Alexandre de Moraes, cujo parecer dará autorização para que a PGR inicie uma investigação. O processo corre em sigilo e também pode envolver deputados federais.
Sputnik Brasil


Postar um comentário
-Os comentários reproduzidos não refletem necessariamente a linha editorial do blog
-São impublicáveis acusações de carácter criminal, insultos, linguagem grosseira ou difamatória, violações da vida privada, incitações ao ódio ou à violência, ou que preconizem violações dos direitos humanos;
-São intoleráveis comentários racistas, xenófobos, sexistas, obscenos, homofóbicos, assim como comentários de tom extremista, violento ou de qualquer forma ofensivo em questões de etnia, nacionalidade, identidade, religião, filiação política ou partidária, clube, idade, género, preferências sexuais, incapacidade ou doença;
-É inaceitável conteúdo comercial, publicitário (Compre Bicicletas ZZZ), partidário ou propagandístico (Vota Partido XXX!);
-Os comentários não podem incluir moradas, endereços de e-mail ou números de telefone;
-Não são permitidos comentários repetidos, quer estes sejam escritos no mesmo artigo ou em artigos diferentes;
-Os comentários devem visar o tema do artigo em que são submetidos. Os comentários “fora de tópico” não serão publicados;