PSDB abandona Serra no Sergipe, mas DEM e PPS garantem apoio
Principal liderança tucana no Estado, ex-governador Albano Franco faltou aos eventos
Último Segundo
O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, foi abandonado por seu partido em Sergipe, Estado onde fez campanha nesta sexta-feira. Durante carreata, corpo a corpo e comício, o tucano esteve acompanhado apenas por candidatos do DEM de do PPS. Principal liderança do PSDB no Estado, o ex-governador e candidato ao Senado Albano Franco faltou aos eventos.
Tucano vota em Dilma, diz candidato do PPS ao lado de Serra
O momento de maior constrangimento ocorreu durante comício no município de Itabaiana, a 54 km de Aracaju, quando o candidato do PPS ao Senado, Emanuel Castro, afirmou que Albano Franco vota em Dilma Rousseff, candidata a presidente pelo PT e principal adversária de Serra. Havia cerca de 5 mil pessoas na praça onde foi realizado o comício.
“O seu aliado Albano Franco não está no palanque. Ele correu do
palanque. Isso é uma vergonha. Albano Franco vota em Dilma Rousseff. Não vota no (candidato) a presidente da República do partido dele (Serra)”, disse Castro. “Nós não podemos homologar o que está acontecendo completou.
Candidato ao Senado pelo DEM, José Carlos Machado afirmou que Albano não reproduz o nome de Serra em seu material de campanha e que, de forma velada, apoia a candidatura do governador Marcelo Déda (PT). “Todos os integrantes do PSDB aqui no Sergipe apoiam a candidatura de Déda”, afirmou
Apesar da ausência de Albano no comício, Serra citou o nome do ex-governador em dois momentos. Primeiro ao lembrar que o tucano foi contra a transferência da administração do sistema de Saúde de Aracaju do governo para a prefeitura, na época administrada por Déda. Depois, citou o colega de partido ao lembrar que em Sergipe tem três candidatos ao Senado.
Caso Erenice x público
Fora o problema com o aliado tucano no Estado, Serra tentou mostrar desenvoltura no comício em Itabaiana. Chegou a perguntar para o público se ficaram sabendo do escândalo da Casa Civil, que derrubou Erenice Guerra do posto de ministra. “Vocês viram o novo escândalo. Quem soube do escândalo n a Casa Civil. Um escândalo grave”, disse. Pouca gente respondeu que sim.
Prática adotada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Serra fez comparações futebolísticas para dizer que a campanha eleitoral ainda não acabou apesar do favoritismo de Dilma nas pesquisas de intenção de voto. “Isso não é futebol. Que uma pessoa faz 1 a 0, depois faz 2 a 1. O que vale é o dia da eleição. É quando jogo começa”, disse.
O tucano comparou a atual campanha com a de 2004, quando disputou a Prefeitura de São Paulo contra Marta Suplicy (PT), então prefeita e candidata à reeleição. “Ela tinha muita aprovação. As pesquisas davam que ela ganharia no primeiro turno. Eu ganhei folgado no primeiro turno. E diziam que teria empate técnico no segundo. Eu ganhei folgado no segundo turno”.
Serra ainda brincou com o jingle de campanha de João Alves. Afirmou que a música era um plágio de uma canção de Luiz Gonzaga. O tucano arriscou cantar um trecho da música. Depois, a pedido de João Alves, colocou um chapéu de couro na cabeça.
Durante discurso, o tucano fez propostas como aumentar o salário mínimo para R$ 600. “Quem viu minha proposta na televisão, por favor levante a mão”, perguntou ao público. Depois, reivindicou a paternidade do Bolsa Família, ao lembrar que o programa teve origem o Bolsa Alimentação criando no Ministério da Saúde durante sua gestão
Principal liderança tucana no Estado, ex-governador Albano Franco faltou aos eventos
Último Segundo
O candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, foi abandonado por seu partido em Sergipe, Estado onde fez campanha nesta sexta-feira. Durante carreata, corpo a corpo e comício, o tucano esteve acompanhado apenas por candidatos do DEM de do PPS. Principal liderança do PSDB no Estado, o ex-governador e candidato ao Senado Albano Franco faltou aos eventos.
Tucano vota em Dilma, diz candidato do PPS ao lado de Serra
O momento de maior constrangimento ocorreu durante comício no município de Itabaiana, a 54 km de Aracaju, quando o candidato do PPS ao Senado, Emanuel Castro, afirmou que Albano Franco vota em Dilma Rousseff, candidata a presidente pelo PT e principal adversária de Serra. Havia cerca de 5 mil pessoas na praça onde foi realizado o comício.
“O seu aliado Albano Franco não está no palanque. Ele correu do
palanque. Isso é uma vergonha. Albano Franco vota em Dilma Rousseff. Não vota no (candidato) a presidente da República do partido dele (Serra)”, disse Castro. “Nós não podemos homologar o que está acontecendo completou.
Candidato ao Senado pelo DEM, José Carlos Machado afirmou que Albano não reproduz o nome de Serra em seu material de campanha e que, de forma velada, apoia a candidatura do governador Marcelo Déda (PT). “Todos os integrantes do PSDB aqui no Sergipe apoiam a candidatura de Déda”, afirmou
Apesar da ausência de Albano no comício, Serra citou o nome do ex-governador em dois momentos. Primeiro ao lembrar que o tucano foi contra a transferência da administração do sistema de Saúde de Aracaju do governo para a prefeitura, na época administrada por Déda. Depois, citou o colega de partido ao lembrar que em Sergipe tem três candidatos ao Senado.
Caso Erenice x público
Fora o problema com o aliado tucano no Estado, Serra tentou mostrar desenvoltura no comício em Itabaiana. Chegou a perguntar para o público se ficaram sabendo do escândalo da Casa Civil, que derrubou Erenice Guerra do posto de ministra. “Vocês viram o novo escândalo. Quem soube do escândalo n a Casa Civil. Um escândalo grave”, disse. Pouca gente respondeu que sim.
Prática adotada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Serra fez comparações futebolísticas para dizer que a campanha eleitoral ainda não acabou apesar do favoritismo de Dilma nas pesquisas de intenção de voto. “Isso não é futebol. Que uma pessoa faz 1 a 0, depois faz 2 a 1. O que vale é o dia da eleição. É quando jogo começa”, disse.
O tucano comparou a atual campanha com a de 2004, quando disputou a Prefeitura de São Paulo contra Marta Suplicy (PT), então prefeita e candidata à reeleição. “Ela tinha muita aprovação. As pesquisas davam que ela ganharia no primeiro turno. Eu ganhei folgado no primeiro turno. E diziam que teria empate técnico no segundo. Eu ganhei folgado no segundo turno”.
Serra ainda brincou com o jingle de campanha de João Alves. Afirmou que a música era um plágio de uma canção de Luiz Gonzaga. O tucano arriscou cantar um trecho da música. Depois, a pedido de João Alves, colocou um chapéu de couro na cabeça.
Durante discurso, o tucano fez propostas como aumentar o salário mínimo para R$ 600. “Quem viu minha proposta na televisão, por favor levante a mão”, perguntou ao público. Depois, reivindicou a paternidade do Bolsa Família, ao lembrar que o programa teve origem o Bolsa Alimentação criando no Ministério da Saúde durante sua gestão
Isso é conjuntura regional, não impressiona, já que cada coligação faz o que quer em nível estadual.
ResponderExcluirO que realmente é mesmo é a paciência e tolerância de Serra. Não levanta a voz mesmo diante de tantos ataques.
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