do PODER ONLINE
Passado o primeiro momento de irritação com o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles — pelo fato de ele ter dito que teria sido convidado a permanecer no cargo e que só aceitaria se fossem aceitas suas condições –, começa a entrar em campo a turma do deixa-disso.
Gente como o ex-ministro petista Antônio Palocci e o presidente do PMDB, Michel Temer, tem contemporizado com um argumento muito simples: mesmo que Meirelles deixe o cargo, não é bom para a economia que ele saia de forma traumática.
A ideia é negociar um modus operandi para a despetida que não traga sobressaltos para o mercado.
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