O governador de Minas Gerais, Anastasia (PSDB) esteve em Brasília reunido com a presidenta Dilma Rousseff para pedir R$ 250 milhões do governo federal para obras em cidades e estradas estaduais, que sofreram danos com as chuvas.
Anastasia faz um governo tucano de continuidade a Aécio Neves, do qual foi um dos principais homens-fortes e mentores. Torrou mais de R$ 1,5 bilhão em um suntuoso Palácio para o governador e suas secretarias, chamada de Cidade Administrativa (ou 'Aeciolândia' pela população).
Obra faraônica, considerada desnecessária, está muito longe das prioridades da população do estado que ainda moram mal, sofreram e ainda sofrem com inundações, com a falta de investimentos em drenagem, saneamento básico e moradia segura, além das necessidades permanentes na saúde e educação.
Seu adversário político Hélio Costa (PMDB), batido nas ultimas eleições para governador, publicou no Twitter o que considera comodismo do governador tucano: 'Aumento da arrecadação em MG foi de 18%, em 2010. O Estado tem dinheiro para atender às vítimas das chuvas. Não tem de esperar por Brasília', escreveu.
A presidenta certamente sempre atenderá as necessidades da população, mas seria interessante cobrar mais responsabilidade de governadores que fazem extravagâncias como Palácios faraônicos, enquanto boa parte da população de seus estados ainda lutam para ter o básico.

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