Ministro Gilmar Mendes incluiu assunto na pauta do Supremo, que decidirá se mantém ou não o italiano no País
| Foto: Reprodução |
De acordo com ministros do STF, o tribunal não deve interferir na decisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva que, no último dia de seu mandato, negou-se a entregar Battisti para o governo italiano, mesmo com a decisão do Supremo de autorizar a extradição do ex-ativista. A tendência, de acordo com ministros que votaram pela extradição de Battisti, é dizer que a última palavra neste caso cabia ao presidente da República.
Depois da decisão de Lula, a Itália acionou o Supremo, argumentando que a não-entrega de Battisti seria um descumprimento da decisão do tribunal de autorizar a extradição e uma violação ao tratado de extradição firmado entre os dois países.
A confirmação de que o processo será julgado na próxima semana depende do presidente do tribunal, ministro Cezar Peluso. É ele quem define os processos que serão julgados pelo plenário. Battisti está preso há quatro anos no Brasil à espera da definição do processo.
Depois da decisão de Lula, a Itália acionou o Supremo, argumentando que a não-entrega de Battisti seria um descumprimento da decisão do tribunal de autorizar a extradição e uma violação ao tratado de extradição firmado entre os dois países.
A confirmação de que o processo será julgado na próxima semana depende do presidente do tribunal, ministro Cezar Peluso. É ele quem define os processos que serão julgados pelo plenário. Battisti está preso há quatro anos no Brasil à espera da definição do processo.
Postar um comentário
-Os comentários reproduzidos não refletem necessariamente a linha editorial do blog
-São impublicáveis acusações de carácter criminal, insultos, linguagem grosseira ou difamatória, violações da vida privada, incitações ao ódio ou à violência, ou que preconizem violações dos direitos humanos;
-São intoleráveis comentários racistas, xenófobos, sexistas, obscenos, homofóbicos, assim como comentários de tom extremista, violento ou de qualquer forma ofensivo em questões de etnia, nacionalidade, identidade, religião, filiação política ou partidária, clube, idade, género, preferências sexuais, incapacidade ou doença;
-É inaceitável conteúdo comercial, publicitário (Compre Bicicletas ZZZ), partidário ou propagandístico (Vota Partido XXX!);
-Os comentários não podem incluir moradas, endereços de e-mail ou números de telefone;
-Não são permitidos comentários repetidos, quer estes sejam escritos no mesmo artigo ou em artigos diferentes;
-Os comentários devem visar o tema do artigo em que são submetidos. Os comentários “fora de tópico” não serão publicados;