O ministro da Justiça líbio, Mohammed al-Qamudi, afirmou nesta segunda-feira (27/06) que as acusações do TPI (Tribunal Penal Internacional) contra o coronel Muamar Kadafi são falsas e acusou essa corte de cumprir ordens da OTAN.
Em entrevista transmitida pela televisão estatal líbia, Qamudi, acrescentou que seu país não fazia parte do acordo de Roma, pelo qual foi criado o TPI, e portanto, suas decisões não afetam à Líbia.
Nesta segunda-feira, a Procuradoria do TPI ordenou a detenção de Kadafi, seu segundo filho, Saif al Islam, e seu cunhado Abdullah el-Senussi, por supostos crimes contra a humanidade.
Qamudi, na primeira reação do regime líbio, ressaltou que nem Kadafi nem seu filho ocupam cargos oficiais, por isso que não têm como responder diante de nenhuma acusação, argumento utilizado em inúmeras ocasiões por Kadafi desde o começo do levante popular que exige sua renuncia.
Além disso, o ministro da Justiça insistiu que a decisão do TPI, que descreveu como "a ferramenta do novo colonialismo", era política.
O responsável acusou o TPI de ser uma cobertura para as operações da força internacional que "tentou matar Kadafi e a sua família em várias ocasiões", afirmou.
"Líbia perseguirá judicialmente à Otan pelos crimes que reconheceu", acrescentou.
O procurador-geral do tribunal, Luis Moreno Ocampo, Qamudi assinalou que não havia averiguado os fatos na Líbia.
Em entrevista transmitida pela televisão estatal líbia, Qamudi, acrescentou que seu país não fazia parte do acordo de Roma, pelo qual foi criado o TPI, e portanto, suas decisões não afetam à Líbia.
Nesta segunda-feira, a Procuradoria do TPI ordenou a detenção de Kadafi, seu segundo filho, Saif al Islam, e seu cunhado Abdullah el-Senussi, por supostos crimes contra a humanidade.
Qamudi, na primeira reação do regime líbio, ressaltou que nem Kadafi nem seu filho ocupam cargos oficiais, por isso que não têm como responder diante de nenhuma acusação, argumento utilizado em inúmeras ocasiões por Kadafi desde o começo do levante popular que exige sua renuncia.
Além disso, o ministro da Justiça insistiu que a decisão do TPI, que descreveu como "a ferramenta do novo colonialismo", era política.
O responsável acusou o TPI de ser uma cobertura para as operações da força internacional que "tentou matar Kadafi e a sua família em várias ocasiões", afirmou.
"Líbia perseguirá judicialmente à Otan pelos crimes que reconheceu", acrescentou.
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