Bem Paraná
Acordo salarial é o maior do País

Assembleia dos funcionários em frente a porta fábrica da Renault: pacotão salarial (foto: Foto: Divulgação)
Pacote prevê PLR de R$ 61,5 mil e reajuste de 20,19% entre 2011, 2012 e 2013. Economia do Estado receberá R$ 343 milhões
Os metalúrgicos da Renault do Brasil, localizada em São José dos Pinhais (PR), aprovaram em assembleia, em porta de fábrica, ontem o pacote de benefícios negociado entre Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) e empresa. Os trabalhadores vão receber entre 2011, 2012 e 2013, até 20,19% de aumento real (acima da inflação) e mais R$ 61,5 mil referentes à Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) e abono salarial. Além disso, a tabela de salários da empresa também terá aumento. O acordo vai injetar R$ 343 milhões na economia paranaense nos próximos dois anos.
Considerando o volume de recursos, esse é o maior acordo salarial já fechado pelos trabalhadores em toda a história das negociações salariais no Brasil, informa o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócioeconômicos (Dieese).
O acordo sela definitivamente como tendência para os próximos anos a nova modalidade de negociação para o País, inaugurada pelo Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) na Volkswagen, em maio, de se fechar pacotões salariais com prazos mais longos e sinaliza o amadurecimento da relação entre capital e trabalho. “Quando há bom senso, é possível fechar bons acordos, que beneficiam tanto o trabalhador, que vê sua mão-de-obra valorizada, quanto a empresa, que aumenta sua competitividade no mercado de trabalho”, comenta Sérgio Butka.
A fábrica da Renault tem 5.700 trabalhadores diretos e tem capacidade para fabricar 224 mil carros por anos. Atualmente são produzidos os modelos Novo Renault Sandero, Novo Renault Sandero Stepway, Logan e Grand Tour, além de dez milhões de peças anuais que alimentam o mercado brasileiro e o argentino. As exportações representam 41% da produção, tendo como destinos as fábricas da Renault na Argentina (22%), Colômbia (13%), Romênia e México (4%). Este ano a montadora comemorou a marca de 1 milhão de carros produzidos desde a sua inauguração em 1998.
Os metalúrgicos da Renault do Brasil, localizada em São José dos Pinhais (PR), aprovaram em assembleia, em porta de fábrica, ontem o pacote de benefícios negociado entre Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) e empresa. Os trabalhadores vão receber entre 2011, 2012 e 2013, até 20,19% de aumento real (acima da inflação) e mais R$ 61,5 mil referentes à Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) e abono salarial. Além disso, a tabela de salários da empresa também terá aumento. O acordo vai injetar R$ 343 milhões na economia paranaense nos próximos dois anos.
Considerando o volume de recursos, esse é o maior acordo salarial já fechado pelos trabalhadores em toda a história das negociações salariais no Brasil, informa o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócioeconômicos (Dieese).
O acordo sela definitivamente como tendência para os próximos anos a nova modalidade de negociação para o País, inaugurada pelo Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba (SMC) na Volkswagen, em maio, de se fechar pacotões salariais com prazos mais longos e sinaliza o amadurecimento da relação entre capital e trabalho. “Quando há bom senso, é possível fechar bons acordos, que beneficiam tanto o trabalhador, que vê sua mão-de-obra valorizada, quanto a empresa, que aumenta sua competitividade no mercado de trabalho”, comenta Sérgio Butka.
A fábrica da Renault tem 5.700 trabalhadores diretos e tem capacidade para fabricar 224 mil carros por anos. Atualmente são produzidos os modelos Novo Renault Sandero, Novo Renault Sandero Stepway, Logan e Grand Tour, além de dez milhões de peças anuais que alimentam o mercado brasileiro e o argentino. As exportações representam 41% da produção, tendo como destinos as fábricas da Renault na Argentina (22%), Colômbia (13%), Romênia e México (4%). Este ano a montadora comemorou a marca de 1 milhão de carros produzidos desde a sua inauguração em 1998.
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