do INSTITUTO CIDADANIA
Em viagem a Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta segunda-feira (29) de um evento em agradecimento à integração regional promovida por seu governo. Com a presença do presidente Evo Morales, o estádio Real Santa Cruz foi lotado por jovens e participantes de movimentos sociais brasileiros e bolivianos. A reunião foi transmitida ao vivo na TV pelo governo do país.

“Não há nada que represente melhor a integração entre Brasil e Bolívia do que este ginásio cheio de brasileiros e bolivianos”, afirmou o ex-presidente.
Lula relembrou que a primeira ponte que ligou o Brasil ao país vizinho foi construída em seu governo. Antes disso, disse o ex-presidente, o Brasil estava “de costas” para a América do Sul, e só olhava para a Europa e América do Norte. Hoje, porém, o comércio com a América do Sul é maior que o comércio com a Europa ou com os EUA.
“O Brasil, por ser a maior economia, ter a maior população, o maior território e mais tecnologia, tem a obrigação de ajudar no desenvolvimento da Bolívia, do Paraguai e do Uruguai. Mas sem hegemonia, construindo parcerias. Porque o desenvolvimento do Brasil está ligado ao da América do Sul”, afirmou. “Não haverá solução individual para os países da América do Sul. Temos que estar cada vez mais juntos.”
Em viagem a Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva participou nesta segunda-feira (29) de um evento em agradecimento à integração regional promovida por seu governo. Com a presença do presidente Evo Morales, o estádio Real Santa Cruz foi lotado por jovens e participantes de movimentos sociais brasileiros e bolivianos. A reunião foi transmitida ao vivo na TV pelo governo do país.
“Não há nada que represente melhor a integração entre Brasil e Bolívia do que este ginásio cheio de brasileiros e bolivianos”, afirmou o ex-presidente.
Lula relembrou que a primeira ponte que ligou o Brasil ao país vizinho foi construída em seu governo. Antes disso, disse o ex-presidente, o Brasil estava “de costas” para a América do Sul, e só olhava para a Europa e América do Norte. Hoje, porém, o comércio com a América do Sul é maior que o comércio com a Europa ou com os EUA.
“O Brasil, por ser a maior economia, ter a maior população, o maior território e mais tecnologia, tem a obrigação de ajudar no desenvolvimento da Bolívia, do Paraguai e do Uruguai. Mas sem hegemonia, construindo parcerias. Porque o desenvolvimento do Brasil está ligado ao da América do Sul”, afirmou. “Não haverá solução individual para os países da América do Sul. Temos que estar cada vez mais juntos.”
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