Enquanto urubus, corvos e outras aves de agouro vão torcendo pelo pior dos mundos, com inflação, recessão, o Brasil de verdade vai avançando. Hoje, a presidenta Dilma Rousseff visitou as obras que preparam o Mineirão para a Copa do Mundo. E com ninguém menos que Edson Arantes do Nascimento, o Pelé.
Dilma não teve problemas com o fato de os operários da obra do Mineirão estarem em greve por melhores salários. Eles estão na deles, aproveitando o fato de que, contra o Governo e contra uma obra vital para o país, a cobertura da mídia é simpática a qualquer greve, em lugar de exigir “ordem”, como quando é em outra situação. E sabem que, dentro da calma e do respeito, nesse governo não se manda dar bordoada em trabalhador. Vai sair acordo e obra no prazo, lá como no Maracanã e em toda parte.
Depois, assinando verbas no valor de R$ 2 bilhões para o Metrô de Belo Horizonte – como fez ontem, para a conclusão do Rodoanel, em São Paulo, a presidenta mostrou que não tem partidarismo quando se trata de interesse público, ao contrário da oposição e da mídia, que torcem até contra o Brasil se sair bem na Copa.
E avisou à turma da roda-presa, á qual já tinha dito ontem que “o Brasil não quebra mais” com qualquer crise internacional:
“Investir em infraestrutura é um maneira de dizer não à crise internacional que afeta os países da zona do euro e os Estados Unidos.É uma maneira de dizer não à todas aquelas tentativas passadas de, sempre que havia crise, nos levar à redução do ritmo de crescimento. É uma maneira de dizer um sonoro sim ao crescimento”.
é isso aí: um sonoro sim ao crescimento, ao emprego e à elevação da renda e um não rotundo à recessão.
Dilma não teve problemas com o fato de os operários da obra do Mineirão estarem em greve por melhores salários. Eles estão na deles, aproveitando o fato de que, contra o Governo e contra uma obra vital para o país, a cobertura da mídia é simpática a qualquer greve, em lugar de exigir “ordem”, como quando é em outra situação. E sabem que, dentro da calma e do respeito, nesse governo não se manda dar bordoada em trabalhador. Vai sair acordo e obra no prazo, lá como no Maracanã e em toda parte.
Depois, assinando verbas no valor de R$ 2 bilhões para o Metrô de Belo Horizonte – como fez ontem, para a conclusão do Rodoanel, em São Paulo, a presidenta mostrou que não tem partidarismo quando se trata de interesse público, ao contrário da oposição e da mídia, que torcem até contra o Brasil se sair bem na Copa.
E avisou à turma da roda-presa, á qual já tinha dito ontem que “o Brasil não quebra mais” com qualquer crise internacional:
“Investir em infraestrutura é um maneira de dizer não à crise internacional que afeta os países da zona do euro e os Estados Unidos.É uma maneira de dizer não à todas aquelas tentativas passadas de, sempre que havia crise, nos levar à redução do ritmo de crescimento. É uma maneira de dizer um sonoro sim ao crescimento”.
é isso aí: um sonoro sim ao crescimento, ao emprego e à elevação da renda e um não rotundo à recessão.
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