do PROJETO NACIONAL

Estava ao alcance do entendimento de qualquer pessoa, há muito tempo, o que declarou hoje o presidente do Banco Central americano, Ben Bernancke: a recessão americana é profunda e será longa.
E a ata do Conselho de Política Monetária do Banco Central, divulgada hoje e que explica a decisão de semana passada, diz o mesmo: a deterioração do cenário internacional será mais longa do que a vista em 2008 e 2009.
O corte nos juros não foi uma decisão imprudente nem apressada.
Se houve algum reparo foi o de te-los levado a este nível, desde que recomeçaram as altas nas taxas, no fim do ano passado. Mas ali, quando havia sinais de aquecimento na economia mundial, até havia a “regra do manual” para explica-lo.
Já não há estes sinais há mais de dois meses. O problema “localizado” da Grécia espalhou-se por toda a Europa.
O que mudou, da semana passada para cá, que faz agora os “especialistas” que foram “surpreendidos” pelo corte a profetizarem que haverá baixa de juros, mais vezes: de 1 a 1,5% até o final do ano?
Mudo ou que deveria mudar: o sentimento de que o país não segurá num rumo suicida, destruindo emprego, consumo e renda que nos custaram construir.
Há mais de um mês, este blog afirmou – no post A crise chegou – que “transformação exige ousadia. E ousadia exige visão de futuro. Quem só entende o futuro brasileiro atrelado ao mundo globalizado não é capaz de, ao ver o desastre, proteger a si próprio”.
O país tem um Governo e este Governo tem um rumo, legitimado nas urnas: “o Brasil continuar crescendo”.
Certamente será menos que o desejado, e menos que o possível sem crise mundial. Mas tem que ser.
Este foi o desejo expresso da população, que tem de ser honrado.
Isso é o que se chama democracia. O resto, é mercado, um lugar onde a única lei é a da selva.
Estava ao alcance do entendimento de qualquer pessoa, há muito tempo, o que declarou hoje o presidente do Banco Central americano, Ben Bernancke: a recessão americana é profunda e será longa.
E a ata do Conselho de Política Monetária do Banco Central, divulgada hoje e que explica a decisão de semana passada, diz o mesmo: a deterioração do cenário internacional será mais longa do que a vista em 2008 e 2009.
O corte nos juros não foi uma decisão imprudente nem apressada.
Se houve algum reparo foi o de te-los levado a este nível, desde que recomeçaram as altas nas taxas, no fim do ano passado. Mas ali, quando havia sinais de aquecimento na economia mundial, até havia a “regra do manual” para explica-lo.
Já não há estes sinais há mais de dois meses. O problema “localizado” da Grécia espalhou-se por toda a Europa.
O que mudou, da semana passada para cá, que faz agora os “especialistas” que foram “surpreendidos” pelo corte a profetizarem que haverá baixa de juros, mais vezes: de 1 a 1,5% até o final do ano?
Mudo ou que deveria mudar: o sentimento de que o país não segurá num rumo suicida, destruindo emprego, consumo e renda que nos custaram construir.
Há mais de um mês, este blog afirmou – no post A crise chegou – que “transformação exige ousadia. E ousadia exige visão de futuro. Quem só entende o futuro brasileiro atrelado ao mundo globalizado não é capaz de, ao ver o desastre, proteger a si próprio”.
O país tem um Governo e este Governo tem um rumo, legitimado nas urnas: “o Brasil continuar crescendo”.
Certamente será menos que o desejado, e menos que o possível sem crise mundial. Mas tem que ser.
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