do Agência Prensa Latina
Bruxelas, 14 nov (Prensa Latina) Os ministros de Relações Exteriores da União Européia analisarão hoje aqui a possibilidade de impor novas sanções contra a Síria e o Irã, sem descartar o uso da força contra este último país.
"Todas as opções devem estar sobre a mesa", declarou o ministro britânico do exterior, William Hague, a sua chegada a esta capital.
Meios britânicos asseguram que o Reino Unido e os Estados Unidos aceleram os planos para uma possível agressão militar contra o Irã.
O pretexto seria um recente relatório do Organismo Internacional da Energia Atômica (OIEA) onde acusam esse país de desenvolver um plano de bomba nuclear, documento cujo conteúdo foi ditado por Washington e Israel, segundo denunciou Teerã.
O chanceler francês, Alain Juppé, elevou o tom contra o Irã ao afirmar que é momento de tomar "uma posição de grande firmeza" e ir para além no reforço das sanções, enquanto seu homólogo holandês, Uri Rosenthal, defendeou não excluir-se nenhuma opção.
A Alemanha, por sua vez, recusou a falar sobre uma possível intervenção militar.
"Nós achamos que essas discussões são contraproducentes e as recusamos", disse o ministro de relações exteriores Guido Westerwelle.
Em resposta às ameaças de uma agressão militar, o líder parlamentar da nação persa Alí Larijani advertiu que os Estados Unidose seus aliados buscam novamente praticar o "aventurerismo e encontrarão uma firme oposição".
O Irã tem negado categoricamente as alegações do Ocidente de que pretende fabricar a arma atômica, e recorda que como signatario do Tratado de Não Proliferación tem direito a adquirir e desenvolver tecnologia nuclear com fins pacíficos.
Outro tema que estará dentro da agenda da reunião de Bruxelas é a possibilidade de impor novas sanções contra a Síria, país que enfrenta uma virulenta campanha mediática para desestabilizar o governo de Bashar Al Assad.
Dentro das medidas incluem-se a suspensão de créditos do Banco Europeu de Investimentos a projetos desenvolvidos pelo governo.
rc/car/es
"Todas as opções devem estar sobre a mesa", declarou o ministro britânico do exterior, William Hague, a sua chegada a esta capital.
Meios britânicos asseguram que o Reino Unido e os Estados Unidos aceleram os planos para uma possível agressão militar contra o Irã.
O pretexto seria um recente relatório do Organismo Internacional da Energia Atômica (OIEA) onde acusam esse país de desenvolver um plano de bomba nuclear, documento cujo conteúdo foi ditado por Washington e Israel, segundo denunciou Teerã.
O chanceler francês, Alain Juppé, elevou o tom contra o Irã ao afirmar que é momento de tomar "uma posição de grande firmeza" e ir para além no reforço das sanções, enquanto seu homólogo holandês, Uri Rosenthal, defendeou não excluir-se nenhuma opção.
A Alemanha, por sua vez, recusou a falar sobre uma possível intervenção militar.
"Nós achamos que essas discussões são contraproducentes e as recusamos", disse o ministro de relações exteriores Guido Westerwelle.
Em resposta às ameaças de uma agressão militar, o líder parlamentar da nação persa Alí Larijani advertiu que os Estados Unidose seus aliados buscam novamente praticar o "aventurerismo e encontrarão uma firme oposição".
O Irã tem negado categoricamente as alegações do Ocidente de que pretende fabricar a arma atômica, e recorda que como signatario do Tratado de Não Proliferación tem direito a adquirir e desenvolver tecnologia nuclear com fins pacíficos.
Outro tema que estará dentro da agenda da reunião de Bruxelas é a possibilidade de impor novas sanções contra a Síria, país que enfrenta uma virulenta campanha mediática para desestabilizar o governo de Bashar Al Assad.
Dentro das medidas incluem-se a suspensão de créditos do Banco Europeu de Investimentos a projetos desenvolvidos pelo governo.
rc/car/es
Modificado el ( lunes, 14 de noviembre de 2011 )
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