Como parte deste projeto a longo prazo, venho analisando a história da dívida dos Estados Unidos, usando os dados sobre fluxo de recursos do Fed (que começou em 1952) e outros mais antigos, não tão comparáveis, da Millennial Historial Statistics. Eis o que acho que deve ser um gráfico chave; mostrar a dívida do setor privado não financeiro como uma porcentagem do PIB.
Um aspecto que ressalta foi o aumento do coeficiente de endividamento durante os anos 1929-33 devido a um mergulho no PIB em vez de um aumento da dívida – chamemos de vingança de Irving Fisher. Outro foi a queda do coeficiente de endividamento durante a 2a. Guerra Mundial, refletindo uma combinação de crescimento da renda, baixo nível de empréstimos e alguma inflação bastante útil; afirmaria que a redução da dívida teve um papel chave na capacidade da economia de evitar uma recaída na depressão.
Mas um aspecto mais amplo foi a trajetória em U, que significa uma lenta recuperação. E que coincidiu com muitas coisas. O “calmo período” , descrito por Gary Gorton, de liberdade das crises financeiras, provavelmente teve muito a ver com o patamar baixo da dívida, como também os seguros de depósito. A trajetória também coincide com as tendências de longo prazo em termos de desigualdade de renda e polarização política.
Voltaremos a falar mais, eventualmente: no momento acho que os dados são realmente interessantes.
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