do APOSENTADO INVOCADO
Companhia, em recuperação judicial desde novembro, financiou quase 200 aviões da Embraer junto ao banco brasileiro, diz jornal
A American Airlines, em recuperação judicial desde novembro do ano passado, deve quase US$ 1 bilhão (aproximadamente R$ 1,85 bilhão) ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social).
Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, o banco financiou mais de 200 aviões da Embraer para a companhia aérea americana. As aeronaves – modelos 135, 140 e 145 – foram entregues entre1998 e 2002.
A estimativa é de que a companhia tenha financiado um total de US$ 3 bilhões com o banco brasileiro. Desse montante, a empresa já teria quitado 70%, ou US$ 2,1 bilhões. A American agora vai negociar os 30% restantes, aproximadamente US$ 900 milhões.
Procurado pelo iG, o BNDES confirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que foi contatado pela American Airlines e que as negociações sobre a dívida estão em curso.
As conversas entre American e BNDES, que devem incluir também a Embraer, vão se estender pelos próximos meses e, até agora, não há registro de default – ou seja, parcela vencida e não paga.
Existe a possibilidade de o BNDES, na condição de credor, precisar assumir parte das aeronaves da Embraer que hoje estão em poder da American. O banco então recolocaria os aviões no mercado, para empresas de leasing ou companhias aéreas.
Em comunicado enviado a credores e locadores de aeronaves, em 29 de novembro de 2011, Beverly Goulet, vice-presidente de desenvolvimento corporativo e tesoureiro da companhia, reconheceu que a empresa não poderia manter todos os aviões atuais de sua frota e da American Eagle.
Na ocasião, a empresa informou que precisaria negociar reduções significativas no custo das aeronaves e afirmou que, durante um período garantido pelo Capítulo 11 da Lei de Falências americana, deixaria de pagar aluguel e hipotecas de parte de sua frota.
“Ainda não sabemos ao certo quantas aeronaves regionais permanecerão na sua frota; acreditamos que seja a maioria. Poderá haver também novas oportunidades de negócios, com jatos maiores, como os E-Jets. Temos que aguardar para saber os planos da AA", disse em nota Paulo César de Souza e Silva, vice-presidente executivo de aviação comercial da Embraer.
Companhia, em recuperação judicial desde novembro, financiou quase 200 aviões da Embraer junto ao banco brasileiro, diz jornal
iG São Paulo
Foto: Getty Images
American Airlines, em recuperação judicial desde 29 de novembro, deve quase US$ 1 bilhão ao BNDES
Segundo reportagem do jornal Valor Econômico, o banco financiou mais de 200 aviões da Embraer para a companhia aérea americana. As aeronaves – modelos 135, 140 e 145 – foram entregues entre1998 e 2002.
A estimativa é de que a companhia tenha financiado um total de US$ 3 bilhões com o banco brasileiro. Desse montante, a empresa já teria quitado 70%, ou US$ 2,1 bilhões. A American agora vai negociar os 30% restantes, aproximadamente US$ 900 milhões.
Procurado pelo iG, o BNDES confirmou, por meio de sua assessoria de imprensa, que foi contatado pela American Airlines e que as negociações sobre a dívida estão em curso.
As conversas entre American e BNDES, que devem incluir também a Embraer, vão se estender pelos próximos meses e, até agora, não há registro de default – ou seja, parcela vencida e não paga.
Existe a possibilidade de o BNDES, na condição de credor, precisar assumir parte das aeronaves da Embraer que hoje estão em poder da American. O banco então recolocaria os aviões no mercado, para empresas de leasing ou companhias aéreas.
Em comunicado enviado a credores e locadores de aeronaves, em 29 de novembro de 2011, Beverly Goulet, vice-presidente de desenvolvimento corporativo e tesoureiro da companhia, reconheceu que a empresa não poderia manter todos os aviões atuais de sua frota e da American Eagle.
Na ocasião, a empresa informou que precisaria negociar reduções significativas no custo das aeronaves e afirmou que, durante um período garantido pelo Capítulo 11 da Lei de Falências americana, deixaria de pagar aluguel e hipotecas de parte de sua frota.
“Ainda não sabemos ao certo quantas aeronaves regionais permanecerão na sua frota; acreditamos que seja a maioria. Poderá haver também novas oportunidades de negócios, com jatos maiores, como os E-Jets. Temos que aguardar para saber os planos da AA", disse em nota Paulo César de Souza e Silva, vice-presidente executivo de aviação comercial da Embraer.
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