Vila Filhos
Para as crianças, lidar com problemas como alcoolismo, doença ou morte é muito complicado, até porque alguns mal entendem o que realmente está acontecendo, só sabe que atrapalha a relação familiar ou representa algum risco.
Uma maneira interessante e diferente de ajudar os pequenos a lidarem com seus traumas ou sentimentos conflitantes pode ser uma boa leitura.
Alguns livros ajudam a criança a expressar o que sente sobre diferentes situações ou conflitos, tentando até encontrar uma possibilidade de solução para essas questões.
Um livro infantil que, de forma direta ou mais sutil, fale sobre a separação dos pais, sobre a morte de um ente querido ou sobre um problema familiar como o alcoolismo, por exemplo, pode envolver a criança que ouve a história de forma a acolhê-la e mostrar que ela não está sozinha.
Porém, a história em si não fará milagre. É importante que a criança tenha a possibilidade de trazer as angústias à tona, que haja um espaço para ela se expressar.
Independentemente do assunto, o livro só fará a criança lidar com suas perdas se o adulto que estiver utilizando este recurso realmente achar que tudo aquilo faz sentido. Mas, bem empregado, o livro abrirá caminho para o diálogo sobre o assunto ou para a criança pensar sobre a situação que vivencia.
Segundo especialistas em psicologia infantil, a fantasia é uma forma que a criança usa de associação com o real. Ela identifica a história sobre a vinda do novo irmãozinho ou sobre a separação dos pais do personagem como algo que ela vive e assim consegue aprender alguns recursos para lidar com situações mais conflitantes.
Utilizar livros infantis com temáticas específicas, portanto, pode ser um instrumento poderoso para que a criança acesse os sentimentos e comece a entendê-los. Abaixo segue algumas sugestões de livros que podem ajudar as crianças a lidarem com alguns problemas:
"A Barata Medrosa e o Coronel Baratinado", de Luzia de Maria (Scipione, R$ 22,90), ensina as crianças que até os mais corajosos podem ter medo. Indicado a partir de 7 anos;
"O Cachecol que Sempre Ficava Mais Comprido", de Bettina Göschl e Klaus Peter-Wolf (Scipione, R$ 28,90), trata do alcoolismo com muita sensibilidade. A partir de 7 anos;
"A Operação de Lili", de Rubem Alves (Paulus, R$ 15,00), é indicado para crianças que terão de passar por intervenções cirúrgicas. A partir de 9 anos;
"Hospital não é mole!", de Bel Linares e Alcy (Salamandra, R$ 29,50), ajuda as crianças a entenderem uma internação hospitalar. Livro de imagens. A partir de 6 anos;
"Meus Dois Pais", de Walcyr Carrasco (Ática, R$ 26,90), conta a história de um menino cujo pai é gay. Disponível em iPad. Entre 6 e 8 anos;
"Quando os Pais se Separam", de Emily Menendez-Aponte e R. W. Alley (Paulus, R$ 15,00), explica que as crianças não são culpadas pela separação dos pais. A partir de 9 anos;
"Ararinha do Bico Torto", de Walcyr Carrasco (Ática, R$ 26,90), fala da superação de limitações físicas. Disponível em iPad. Entre 6 e 8 anos;
"E agora? Vão tomar o meu lugar?", de Bel Linares e Alcy (Salamandra, R$ 29,50), é um livro de imagens que fala da chegada de um bebê na família. A partir de 6 anos.
Por Carmem Sanches
Para as crianças, lidar com problemas como alcoolismo, doença ou morte é muito complicado, até porque alguns mal entendem o que realmente está acontecendo, só sabe que atrapalha a relação familiar ou representa algum risco.
Alguns livros ajudam a criança a expressar o que sente sobre diferentes situações ou conflitos, tentando até encontrar uma possibilidade de solução para essas questões.
Um livro infantil que, de forma direta ou mais sutil, fale sobre a separação dos pais, sobre a morte de um ente querido ou sobre um problema familiar como o alcoolismo, por exemplo, pode envolver a criança que ouve a história de forma a acolhê-la e mostrar que ela não está sozinha.
Porém, a história em si não fará milagre. É importante que a criança tenha a possibilidade de trazer as angústias à tona, que haja um espaço para ela se expressar.
Independentemente do assunto, o livro só fará a criança lidar com suas perdas se o adulto que estiver utilizando este recurso realmente achar que tudo aquilo faz sentido. Mas, bem empregado, o livro abrirá caminho para o diálogo sobre o assunto ou para a criança pensar sobre a situação que vivencia.
Segundo especialistas em psicologia infantil, a fantasia é uma forma que a criança usa de associação com o real. Ela identifica a história sobre a vinda do novo irmãozinho ou sobre a separação dos pais do personagem como algo que ela vive e assim consegue aprender alguns recursos para lidar com situações mais conflitantes.
Utilizar livros infantis com temáticas específicas, portanto, pode ser um instrumento poderoso para que a criança acesse os sentimentos e comece a entendê-los. Abaixo segue algumas sugestões de livros que podem ajudar as crianças a lidarem com alguns problemas:
"A Barata Medrosa e o Coronel Baratinado", de Luzia de Maria (Scipione, R$ 22,90), ensina as crianças que até os mais corajosos podem ter medo. Indicado a partir de 7 anos;
"O Cachecol que Sempre Ficava Mais Comprido", de Bettina Göschl e Klaus Peter-Wolf (Scipione, R$ 28,90), trata do alcoolismo com muita sensibilidade. A partir de 7 anos;
"A Operação de Lili", de Rubem Alves (Paulus, R$ 15,00), é indicado para crianças que terão de passar por intervenções cirúrgicas. A partir de 9 anos;
"Hospital não é mole!", de Bel Linares e Alcy (Salamandra, R$ 29,50), ajuda as crianças a entenderem uma internação hospitalar. Livro de imagens. A partir de 6 anos;
"Meus Dois Pais", de Walcyr Carrasco (Ática, R$ 26,90), conta a história de um menino cujo pai é gay. Disponível em iPad. Entre 6 e 8 anos;
"Quando os Pais se Separam", de Emily Menendez-Aponte e R. W. Alley (Paulus, R$ 15,00), explica que as crianças não são culpadas pela separação dos pais. A partir de 9 anos;
"Ararinha do Bico Torto", de Walcyr Carrasco (Ática, R$ 26,90), fala da superação de limitações físicas. Disponível em iPad. Entre 6 e 8 anos;
"E agora? Vão tomar o meu lugar?", de Bel Linares e Alcy (Salamandra, R$ 29,50), é um livro de imagens que fala da chegada de um bebê na família. A partir de 6 anos.
Por Carmem Sanches
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