Balaio do Kotscho
"Presidentes de empresas brasileiras ficam em 4º lugar em ranking de otimismo", revela o sempre bem informado e competente Clóvis Rossi, enviado especial da "Folha" ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suiça.
Só posso chegar à conclusão de que os empresários que enfrentam a vida real da nossa economia não acreditam no que é publicado pela imprensa brasileira, que deixa o país sempre à beira do abismo esperando pelo pior, apostando em previsões pessimistas.
O próprio Rossi mostra esta contradição: "Fatia substancial do empresariado brasileiro não compartilha o catastrofismo que, nos últimos meses, acompanha as análises sobre as perspectivas da economia do país".
Talvez esteja na hora dos editores da grande mídia brasileira trocarem seus analistas ou recomendarem aos seus profetas de plantão que busquem outros oráculos além dos habituais.
Sem dar bola para a urubologia reinante, 44% dos empresários brasileiros estão muito confiantes no crescimento das receitas das suas companhias, segundo a 16ª pesquisa anual feita pela PricewaterhouseCoopers, que entrevistou 1.330 executivo - chefes em 68 países, no último trimestre do ano passado, justamente quando começaram a aparecer críticas sobre os rumos da economia brasileira.
O otimismo dos basileiros só perde para o dos russos (66%), indianos (63%) e mexicanos (62%).
Quando lhes foi perguntado sobre qual país parece o mais importante para o crescimento futuro de suas empresas, 15% indicaram o Brasil, à frente da Índia (10%), atrás apenas da China (31%) e dos Estados Unidos (23%).
A América Latina foi a região em que o empresariado mostrou maior otimismo: 53% esperam um crescimento das receitas, ao contrário do que acontece no resto do mundo, que está menos confiante a curto prazo do que no ano passado.
De Davos, pelo menos, chegam boas notícias para o Brasil.
"Presidentes de empresas brasileiras ficam em 4º lugar em ranking de otimismo", revela o sempre bem informado e competente Clóvis Rossi, enviado especial da "Folha" ao Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suiça.
Só posso chegar à conclusão de que os empresários que enfrentam a vida real da nossa economia não acreditam no que é publicado pela imprensa brasileira, que deixa o país sempre à beira do abismo esperando pelo pior, apostando em previsões pessimistas.
O próprio Rossi mostra esta contradição: "Fatia substancial do empresariado brasileiro não compartilha o catastrofismo que, nos últimos meses, acompanha as análises sobre as perspectivas da economia do país".
Talvez esteja na hora dos editores da grande mídia brasileira trocarem seus analistas ou recomendarem aos seus profetas de plantão que busquem outros oráculos além dos habituais.
Sem dar bola para a urubologia reinante, 44% dos empresários brasileiros estão muito confiantes no crescimento das receitas das suas companhias, segundo a 16ª pesquisa anual feita pela PricewaterhouseCoopers, que entrevistou 1.330 executivo - chefes em 68 países, no último trimestre do ano passado, justamente quando começaram a aparecer críticas sobre os rumos da economia brasileira.
O otimismo dos basileiros só perde para o dos russos (66%), indianos (63%) e mexicanos (62%).
Quando lhes foi perguntado sobre qual país parece o mais importante para o crescimento futuro de suas empresas, 15% indicaram o Brasil, à frente da Índia (10%), atrás apenas da China (31%) e dos Estados Unidos (23%).
A América Latina foi a região em que o empresariado mostrou maior otimismo: 53% esperam um crescimento das receitas, ao contrário do que acontece no resto do mundo, que está menos confiante a curto prazo do que no ano passado.
De Davos, pelo menos, chegam boas notícias para o Brasil.
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