Gizmodo Brasil
Este vídeo é tão bom, tão incrivelmente brilhante e simples, que você vai querer divulgar no Facebook e Twitter só para chatear todo mundo que ainda acredita que os pousos na Lua foram forjados. E o motivo é simples: a tecnologia para forjar isso não existia na época.
É um argumento muito simples. Não se trata de desmerecer as “provas” de quem não acredita no pouso lunar da missão Apollo – “provas” que, na verdade, mostram que eles não sabem muito sobre física, fotografia ou mesmo perspectiva.
Nem se trata de toneladas de provas físicas de que a humanidade realmente esteve lá na época. Nem tem a ver com o fato de que a União Soviética estava monitorando tudo e aceitou a vitória americana na corrida espacial.
Não, é algo ainda mais óbvio. Este vídeo explica porque não havia absolutamente nenhuma maneira de forjar um pouso lunar na época: não existiam nem mesmo as câmeras necessárias para fingir isto; e gravar a farsa seria extremamente trabalhoso.
Mas a NASA poderia fazer isso, não? Eles são especiais! Bem, para isso eles teriam que fingir uma transmissão ao vivo de 143 minutos em câmera lenta. Para tanto, eles precisariam de um só rolo de filme com 1.600 m de comprimento. Se eles usassem vários rolos, com o vídeo dividido entre eles, seria necessário tomar inúmeras precauções – ou todo mundo iria notar que se trata de um filme, não de uma transmissão ao vivo.
E depois a NASA fez isso por mais cinco missões à Lua? E nunca deu nenhum problema, mesmo que eles tenham sido transmitidos para milhões de pessoas? É mais fácil ir para a Lua!
Como S G Collins diz no vídeo acima:
[Valeu, Karl!]

Este vídeo é tão bom, tão incrivelmente brilhante e simples, que você vai querer divulgar no Facebook e Twitter só para chatear todo mundo que ainda acredita que os pousos na Lua foram forjados. E o motivo é simples: a tecnologia para forjar isso não existia na época.
É um argumento muito simples. Não se trata de desmerecer as “provas” de quem não acredita no pouso lunar da missão Apollo – “provas” que, na verdade, mostram que eles não sabem muito sobre física, fotografia ou mesmo perspectiva.
Nem se trata de toneladas de provas físicas de que a humanidade realmente esteve lá na época. Nem tem a ver com o fato de que a União Soviética estava monitorando tudo e aceitou a vitória americana na corrida espacial.
Não, é algo ainda mais óbvio. Este vídeo explica porque não havia absolutamente nenhuma maneira de forjar um pouso lunar na época: não existiam nem mesmo as câmeras necessárias para fingir isto; e gravar a farsa seria extremamente trabalhoso.
Como forjar um pouso lunar
Um dos argumentos de quem acredita em uma farsa é: o vídeo mostra pessoas vestidas de astronautas andando por um estúdio, filmadas em câmera lenta. Só que, na época, não existiam câmeras de alta velocidade para gravar um vídeo assim – o movimento em slow motion dos astronautas é bastante fluido, no entanto.Mas a NASA poderia fazer isso, não? Eles são especiais! Bem, para isso eles teriam que fingir uma transmissão ao vivo de 143 minutos em câmera lenta. Para tanto, eles precisariam de um só rolo de filme com 1.600 m de comprimento. Se eles usassem vários rolos, com o vídeo dividido entre eles, seria necessário tomar inúmeras precauções – ou todo mundo iria notar que se trata de um filme, não de uma transmissão ao vivo.
E depois a NASA fez isso por mais cinco missões à Lua? E nunca deu nenhum problema, mesmo que eles tenham sido transmitidos para milhões de pessoas? É mais fácil ir para a Lua!
Como S G Collins diz no vídeo acima:
Quando você se força a supor tecnologias completamente novas para manter possível sua teoria da conspiração, você entra no campo da magia. Isto exige uma fé profunda e duradoura em coisas que você talvez jamais saberá.O argumento é completamente convincente. Vale a pena assistir do começo ao fim. Eu gostei tanto que eu fiquei rindo em alguns momentos, em especial este: fomos de um mundo onde não poderíamos fingir um pouso na Lua – só ir lá de verdade – para um mundo em que já não vamos mais para a Lua, mas podemos facilmente fingir.
[Valeu, Karl!]
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