Os Amigos do Presidente Lula
O jornal paulista Estadão de domingo (10), em campanha presidencial para Eduardo Campos (PSB-PE) e contra a presidenta Dilma, solta uma manchete de má-fé insinuando que Dilma passou menos verbas para Pernambuco em 2012 por que ele se oferece à oposição como candidato demotucano mais viável do que Aécio Neves (PSDB-MG).
Ora, o governador abandona o governo de seu estado para fazer campanha no resto do Brasil, e a culpa é da Dilma?
O governo Dilma tem diretrizes para priorizar convênios e acordos com estados e municípios onde há mais necessidade prioritária e onde há projetos comprometidos com combate à pobreza, com serviços públicos de qualidade, e que gerem desenvolvimento social e empregos. Haverá bons convênios e acordos a serem fechados, se o governador se dedicar a bons projetos neste rumo, em vez de passar o dia inteiro articulando campanha presidencial com a velha imprensa, com banqueiros e empresários do poder econômico, e com os caciques políticos demotucanos, inclusive aparelhando algumas secretarias de seu governo com políticos neoliberais destes partidos, incapazes de pensar em convênios que beneficiem os mais pobres.
Além disso se, como diz o Estadão, Pernambuco recebeu proporcionalmente mais verbas do que outros estados em anos anteriores, é claro que qualquer governo republicano tem que atender outros estados que também estão na fila e tem problemas semelhantes, com bons projetos.
Por fim, Eduardo Campos, antes de pedir mais dinheiro, tem mais é que prestar contas (principalmente ao povo) do que fez com o polpudo dinheiro já recebido nos anos anteriores, em vez de usar um jornalão para fazer "chantagem" fisiológica, tentando constranger o governo federal para obter mais verbas.
Verbas polpudas para a Fundação Roberto Marinho
Por exemplo, deveria explicar o pagamento de R$ 1.000.000,00 redondo da Empetur (Empresa de Turismo de Pernambuco) para a Fundação Roberto Marinho, só em dezembro de 2011, sem licitação. O dinheiro é só à 1a. parcela referente ao projeto museu Paço do Frevo. Será possível que não se pode fazer um museu no Brasil sem pagar "pedágio" à Fundação da Globo?
O jornal paulista Estadão de domingo (10), em campanha presidencial para Eduardo Campos (PSB-PE) e contra a presidenta Dilma, solta uma manchete de má-fé insinuando que Dilma passou menos verbas para Pernambuco em 2012 por que ele se oferece à oposição como candidato demotucano mais viável do que Aécio Neves (PSDB-MG).
O governo Dilma tem diretrizes para priorizar convênios e acordos com estados e municípios onde há mais necessidade prioritária e onde há projetos comprometidos com combate à pobreza, com serviços públicos de qualidade, e que gerem desenvolvimento social e empregos. Haverá bons convênios e acordos a serem fechados, se o governador se dedicar a bons projetos neste rumo, em vez de passar o dia inteiro articulando campanha presidencial com a velha imprensa, com banqueiros e empresários do poder econômico, e com os caciques políticos demotucanos, inclusive aparelhando algumas secretarias de seu governo com políticos neoliberais destes partidos, incapazes de pensar em convênios que beneficiem os mais pobres.
Além disso se, como diz o Estadão, Pernambuco recebeu proporcionalmente mais verbas do que outros estados em anos anteriores, é claro que qualquer governo republicano tem que atender outros estados que também estão na fila e tem problemas semelhantes, com bons projetos.
Por fim, Eduardo Campos, antes de pedir mais dinheiro, tem mais é que prestar contas (principalmente ao povo) do que fez com o polpudo dinheiro já recebido nos anos anteriores, em vez de usar um jornalão para fazer "chantagem" fisiológica, tentando constranger o governo federal para obter mais verbas.
Verbas polpudas para a Fundação Roberto Marinho
Por exemplo, deveria explicar o pagamento de R$ 1.000.000,00 redondo da Empetur (Empresa de Turismo de Pernambuco) para a Fundação Roberto Marinho, só em dezembro de 2011, sem licitação. O dinheiro é só à 1a. parcela referente ao projeto museu Paço do Frevo. Será possível que não se pode fazer um museu no Brasil sem pagar "pedágio" à Fundação da Globo?
