Agência Brasil
Inflação para famílias de menor renda cai puxada por alimentos, mas fica acima da taxa geral
Vinícius Lisboa
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro- O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve variação negativa na última verificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), caindo de 0,35% em maio para 0,28% em junho, valor maior que o do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (0,26%) para o mesmo mês. O INPC é calculado considerando apenas as famílias com renda de um a cinco salários mínimos.
Com o resultado, o índice acumula 3,30% em 2013, superando o total do primeiro semestre do ano passado, de 2,56%. Em doze meses, o acumulado, de 6,97%, é bem próximo do total encerrado em maio, 6,95%.
No INPC, os alimentos apresentaram variação de -0,10%, enquanto os não alimentícios tiveram uma taxa de 0,44%.
O Rio de Janeiro apresentou o maior índice regional (0,72%), com alta dos alimentos consumidos fora de casa (1,62%) e dos ônibus urbanos (5,09%), com o reajuste de 7,2% que vigorou de 1 a 20 de junho. Belém teve deflação, de -0,10%, com os alimentos em queda de -0,62%.
Edição: José Romildo
Todo o conteúdo deste site está publicado sob a Licença Creative Commons Atribuição 3.0 Brasil. É necessário apenas dar crédito à Agência Brasil
Repórter da Agência Brasil
Rio de Janeiro- O Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) teve variação negativa na última verificação do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), caindo de 0,35% em maio para 0,28% em junho, valor maior que o do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (0,26%) para o mesmo mês. O INPC é calculado considerando apenas as famílias com renda de um a cinco salários mínimos.
Com o resultado, o índice acumula 3,30% em 2013, superando o total do primeiro semestre do ano passado, de 2,56%. Em doze meses, o acumulado, de 6,97%, é bem próximo do total encerrado em maio, 6,95%.
No INPC, os alimentos apresentaram variação de -0,10%, enquanto os não alimentícios tiveram uma taxa de 0,44%.
O Rio de Janeiro apresentou o maior índice regional (0,72%), com alta dos alimentos consumidos fora de casa (1,62%) e dos ônibus urbanos (5,09%), com o reajuste de 7,2% que vigorou de 1 a 20 de junho. Belém teve deflação, de -0,10%, com os alimentos em queda de -0,62%.
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