A página inicial do Google Palestina sofreu um ataque nesta segunda-feira, mostrando uma mensagem política no lugar do buscador. "Tio Google, nós dizemos oi da Palestina para lembrá-lo que o país no Google Maps não se chama Israel, se chama Palestina", dizia a mensagem postada. "Pergunta: o que aconteceria se nós mudássemos o nome do país de Israel para Palestina no Google Maps?", continuava o texto, que mostrava o mapa da região. O acesso ao site já foi normalizado
Por volta das 17h35, o endereço google.ps levava para uma página que indicava "conta suspensa". Segundo o site ZDNet, os servidores do Google não sofreram ataque. Os hackers conseguiram sequestrar o domínio do Google Palestina e redirecioná-lo para outro servidor no Marrocos.
Em maio deste ano, o Google trocou o nome de sua página inicial dirigida a usuários palestinos de "Territórios palestinos" para "Palestina". Na época, o governo de Israel pediu ao Google que reconsiderasse sua decisão. Em uma carta enviada ao CEO do Google, Larry Page, o vice-ministro das Relações Exteriores de Israel, Ze'ev Elkin, afirmou que a medida pode minar os esforços para a paz na região.
O status oficial dos territórios palestinos é um assunto polêmico e ainda sem definição. Em novembro de 2012, a Organização das Nações Unidas (ONU) elevou o status da Palestina de "entidade" para "Estado observador não-membro" - medida que teve amplo apoio dos membros da organização, mas sofreu forte oposição dos Estados Unidos e de Israel.
Terra Brasil
Em maio deste ano, o Google trocou o nome de sua página inicial dirigida a usuários palestinos de "Territórios palestinos" para "Palestina". Na época, o governo de Israel pediu ao Google que reconsiderasse sua decisão. Em uma carta enviada ao CEO do Google, Larry Page, o vice-ministro das Relações Exteriores de Israel, Ze'ev Elkin, afirmou que a medida pode minar os esforços para a paz na região.
O status oficial dos territórios palestinos é um assunto polêmico e ainda sem definição. Em novembro de 2012, a Organização das Nações Unidas (ONU) elevou o status da Palestina de "entidade" para "Estado observador não-membro" - medida que teve amplo apoio dos membros da organização, mas sofreu forte oposição dos Estados Unidos e de Israel.
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