Raúl González R.
Adital

Tradução: ADITAL
De acordó com alguns clássicos, há dois tipos de guerra: as justas e as injustas. As guerras feitas pelos povos por sua libertação nacional, como o caso do Vietnam contra os Estados Unidos; da Angola contra as tropas invasoras da África do Sul, governada pelo regime do Apartheid e das antigas colônias de Portugal contra os exércitos colonizadores, seriam alguns exemplos das guerras justas.
No caso das guerras injustas, levadas a cabo pelas potências e forças colonizadoras para conquistar e submeter aos povos contra a sua vontade, como foi o caso da Alemanha de Adolf Hitler, das invasões dos Estados Unidos na América Latina, incluindo a covarde invasão ao Panamá, em 1989.
As ambições de poder e os desejos de manter controle sobre a humanidade por parte das elites e consórcios governantes não têm limites. No mundo árabe, as ingerências e intervenções armadas das potências ocidentais, especialmente dos Estados Unidos, são frequentes e em alguns casos se realizam de maneira aberta e descarada. Recordemos que, sob o pretexto de capturar a Bin Laden, agente da CIA, os EUA invadiram o Afeganistão (2001); posteriormente, para derrocar a Saddam Hussein, seu anterior aliado na região, invadiram o Iraque (2003) e, mais recentemente intervêm em assuntos internos da Líbia; apoia com dinheiro e armas à oposição e, em 2011, com o apoio da Otan, a invade; e até hoje é território ocupado pelas forças ocidentais com as sequelas de mortos, seus recursos espoliados pelas transnacionais, que se dedicam a controlar a economia e vêm nas reconstruções desses países por eles destruídos, as novas formas de fazer negócio, sem se importar que preço o povo conquistado teve que pagar.
Hoy las potencias occidentales, encabezadas por Estados Unidos, frente a la incapacidad de poder resolver los problemas que aquejan a sus pueblos, producto de la corrupción y otras enfermedades propias del capitalismo y frente a la ola creciente de descontento y levantamiento popular en toda Europa, incluso en los propios Estados Unidos, deciden invadir a Siria, utilizando como excusas el uso de armas químicas contra la población. A Irak la invadieron con la misma excusa y aun hoy, 10 años después, no han podido presentar al mundo, prueba alguna sobre dicha acusación. El mismo método utilizado en Libia, apoyo financiera y militarmente a la oposición y luego, la invasión. Según medios internacionales, el gobierno de Rusia y China Popular se oponen rotundamente a las pretensiones invasoras e incluso, se habla de movilización de tropas rusas hacia la región para apoyar a Siria. Hay quienes consideran que la invasión a Siria, sería la antesala del asalto a Irán y finalmente, a Rusia y sus aliados.
Panamá, que fue cobardemente invadida por Estados Unidos en 1989, para, entre otras excusas, capturar al general Manuel A. Noriega (Ex agente de la CIA) y restablecer la democracia que nunca hemos tenido, debe rechazar toda acción que vaya en detrimento del derecho de los pueblos a la autodeterminación y viole su soberanía, pero sobre todo, evitar más derramamientos de sangre, sólo para saciar mezquinos intereses de los sectores económicos que ven en las guerras, la nueva forma de enriquecerse. Como única dueña del Canal, Panamá debe hacer valer su status de neutralidad y exigir el respeto a las normas del derecho internacional, para la solución de los conflictos internacionales. A las fuerzas patrióticas y progresistas del mundo, amantes de la paz internacional, ha jugar un papel protagónico, rechazando la invasión y cualquier otro tipo de intervención en los asuntos internos de los países hermanos. Salvar a la especie humana, es una responsabilidad de todos.
Adital
Adital

Tradução: ADITAL
De acordó com alguns clássicos, há dois tipos de guerra: as justas e as injustas. As guerras feitas pelos povos por sua libertação nacional, como o caso do Vietnam contra os Estados Unidos; da Angola contra as tropas invasoras da África do Sul, governada pelo regime do Apartheid e das antigas colônias de Portugal contra os exércitos colonizadores, seriam alguns exemplos das guerras justas.
No caso das guerras injustas, levadas a cabo pelas potências e forças colonizadoras para conquistar e submeter aos povos contra a sua vontade, como foi o caso da Alemanha de Adolf Hitler, das invasões dos Estados Unidos na América Latina, incluindo a covarde invasão ao Panamá, em 1989.
As ambições de poder e os desejos de manter controle sobre a humanidade por parte das elites e consórcios governantes não têm limites. No mundo árabe, as ingerências e intervenções armadas das potências ocidentais, especialmente dos Estados Unidos, são frequentes e em alguns casos se realizam de maneira aberta e descarada. Recordemos que, sob o pretexto de capturar a Bin Laden, agente da CIA, os EUA invadiram o Afeganistão (2001); posteriormente, para derrocar a Saddam Hussein, seu anterior aliado na região, invadiram o Iraque (2003) e, mais recentemente intervêm em assuntos internos da Líbia; apoia com dinheiro e armas à oposição e, em 2011, com o apoio da Otan, a invade; e até hoje é território ocupado pelas forças ocidentais com as sequelas de mortos, seus recursos espoliados pelas transnacionais, que se dedicam a controlar a economia e vêm nas reconstruções desses países por eles destruídos, as novas formas de fazer negócio, sem se importar que preço o povo conquistado teve que pagar.
Hoy las potencias occidentales, encabezadas por Estados Unidos, frente a la incapacidad de poder resolver los problemas que aquejan a sus pueblos, producto de la corrupción y otras enfermedades propias del capitalismo y frente a la ola creciente de descontento y levantamiento popular en toda Europa, incluso en los propios Estados Unidos, deciden invadir a Siria, utilizando como excusas el uso de armas químicas contra la población. A Irak la invadieron con la misma excusa y aun hoy, 10 años después, no han podido presentar al mundo, prueba alguna sobre dicha acusación. El mismo método utilizado en Libia, apoyo financiera y militarmente a la oposición y luego, la invasión. Según medios internacionales, el gobierno de Rusia y China Popular se oponen rotundamente a las pretensiones invasoras e incluso, se habla de movilización de tropas rusas hacia la región para apoyar a Siria. Hay quienes consideran que la invasión a Siria, sería la antesala del asalto a Irán y finalmente, a Rusia y sus aliados.
Panamá, que fue cobardemente invadida por Estados Unidos en 1989, para, entre otras excusas, capturar al general Manuel A. Noriega (Ex agente de la CIA) y restablecer la democracia que nunca hemos tenido, debe rechazar toda acción que vaya en detrimento del derecho de los pueblos a la autodeterminación y viole su soberanía, pero sobre todo, evitar más derramamientos de sangre, sólo para saciar mezquinos intereses de los sectores económicos que ven en las guerras, la nueva forma de enriquecerse. Como única dueña del Canal, Panamá debe hacer valer su status de neutralidad y exigir el respeto a las normas del derecho internacional, para la solución de los conflictos internacionales. A las fuerzas patrióticas y progresistas del mundo, amantes de la paz internacional, ha jugar un papel protagónico, rechazando la invasión y cualquier otro tipo de intervención en los asuntos internos de los países hermanos. Salvar a la especie humana, es una responsabilidad de todos.
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