Jornal GGN - Tradicionalmente, todos desejam que o mês de agosto acabe logo - mote da brincadeira sobre o tal "mês do desgosto". Mas, basta analisar rapidamente um estudo divulgado nesta semana para, talvez, querer voltar atrás. O Deutsche Bank acaba de divulgar um mapa com os sete maiores riscos para a economia mundial durante setembro. Apesar do alarde, são apenas previsões da instituição, de acordo com o portal Business Insider.
Neste mês, o Congresso dos EUA volta à sua atividade normal para debater o orçamento do país - e a ação militar na Síria. O teto da dívida estará na pauta, bem como crescem as expectativas da já anunciada redução de compra de títulos por parte do Federal Reserve, após uma discreta retomada de crescimento do país no segundo trimestre deste ano. Além disso, crescem as incertezas em relação à recuperação da Europa pós-crise, bem como as desconfianças sobre os países emergentes e sua segurança para investidores.
Entre os itens destacados pelo banco alemão, estão:
1) A fragilidade econômica de países como Turquia, Brasil, Indonésia, África do Sul e Índia e como tais economias reagirão às medidas do Fed;
2) Apesar das aparentes retomadas em alguns países da região, o Banco Central Europeu continuará subsidiando algumas dessas nações ao longo do mês;
3) Consumidores norte-americanos podem enfrentar a subida dos preços da energia e maiores taxas de hipoteca;
4) Teto da dívida americana pode chegar ao limite antes de outubro;
5) Novos nomes no comando do Fed podem afetar os mercados;
6) Eleições na Alemanha podem mudar os rumos das coalizões e parcerias entre vários países do mundo, caso Angela Merkel não se reeleja;
7) A crise e a indefinição de uma intervenção na Síria pode afetar mercados externos, bem como estremecer relações entre países. O Egito também deve ser prejudicado por sua instabilidade política e a proximidade com o país em conflito.
GGN
Neste mês, o Congresso dos EUA volta à sua atividade normal para debater o orçamento do país - e a ação militar na Síria. O teto da dívida estará na pauta, bem como crescem as expectativas da já anunciada redução de compra de títulos por parte do Federal Reserve, após uma discreta retomada de crescimento do país no segundo trimestre deste ano. Além disso, crescem as incertezas em relação à recuperação da Europa pós-crise, bem como as desconfianças sobre os países emergentes e sua segurança para investidores.
Entre os itens destacados pelo banco alemão, estão:
1) A fragilidade econômica de países como Turquia, Brasil, Indonésia, África do Sul e Índia e como tais economias reagirão às medidas do Fed;
2) Apesar das aparentes retomadas em alguns países da região, o Banco Central Europeu continuará subsidiando algumas dessas nações ao longo do mês;
3) Consumidores norte-americanos podem enfrentar a subida dos preços da energia e maiores taxas de hipoteca;
4) Teto da dívida americana pode chegar ao limite antes de outubro;
5) Novos nomes no comando do Fed podem afetar os mercados;
6) Eleições na Alemanha podem mudar os rumos das coalizões e parcerias entre vários países do mundo, caso Angela Merkel não se reeleja;
7) A crise e a indefinição de uma intervenção na Síria pode afetar mercados externos, bem como estremecer relações entre países. O Egito também deve ser prejudicado por sua instabilidade política e a proximidade com o país em conflito.
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