“O crime do Genoino foi ser Presidente do PT e ajudar a eleger o Lula em 2002. Dirceu também paga por isso, já que não conseguiram (ainda) pegar o Lula, o “safo” – PHA
Transmitido ao vivo pelo Conversa Afiada, por volta das 19h, o líder do PT na Câmara e irmão de José Genoino, José Guimarães (CE), subiu à tribuna para expor a posição da bancada do partido sobre a renuncia ao mandato do deputado.
Com a presença do presidente da casa, Henrique Alves, Guimarães lembrou o caminho percorrido, da família pobre no Ceará e das lutas do irmão pelo socialismo, pela democracia e pelo projeto vitorioso do PT.
Reforçou a biografia de Genoino ao falar da “trajetória de vida dedicada à construção desse país” e dos “quase 30 anos de parlamento”.
Disse que a vida digna do parlamentar é reconhecida pelo Brasil.
Como homem generoso e defensor das causas mais justas.
Recorreu à frase de Ulysses Guimarães que, certa vez, definiu Genoino como quem “expressava o sentimento de muitos que não têm vez, nem voz”.
Recordou a recente homenagem ao ex-presidente João Goulart. “Assim como fizemos com o Jango, talvez um dia possamos devolver o mandato a Genoino”
Lamentou o fato de o “sertanejo que honrou a esquerda brasileira” não ter o direito de ir à Câmara renunciar ao mandato, como deveria ser.
Leu trechos da carta da renuncia, daquele que ainda faz parte da geração que não fugiu e nem foge à luta.
” É um militante que deixa a condição de deputado, mas não deixa a condição de militante respeitado”.
“O seu legado não será esquecido”.
Após dias de exposição e crueldade midiática, Genoino chegou a fazer uma confissão.
“Eu não posso mais suportar uma tortura dessa”, disse Genoino a Guimarães.
Tudo isso, depois de resistir a tantas outras.
Conversa Afiada
Guimarães lembrou o gesto do irmão no dia que foi preso
Transmitido ao vivo pelo Conversa Afiada, por volta das 19h, o líder do PT na Câmara e irmão de José Genoino, José Guimarães (CE), subiu à tribuna para expor a posição da bancada do partido sobre a renuncia ao mandato do deputado.
Com a presença do presidente da casa, Henrique Alves, Guimarães lembrou o caminho percorrido, da família pobre no Ceará e das lutas do irmão pelo socialismo, pela democracia e pelo projeto vitorioso do PT.
Reforçou a biografia de Genoino ao falar da “trajetória de vida dedicada à construção desse país” e dos “quase 30 anos de parlamento”.
Disse que a vida digna do parlamentar é reconhecida pelo Brasil.
Como homem generoso e defensor das causas mais justas.
Recorreu à frase de Ulysses Guimarães que, certa vez, definiu Genoino como quem “expressava o sentimento de muitos que não têm vez, nem voz”.
Recordou a recente homenagem ao ex-presidente João Goulart. “Assim como fizemos com o Jango, talvez um dia possamos devolver o mandato a Genoino”
Lamentou o fato de o “sertanejo que honrou a esquerda brasileira” não ter o direito de ir à Câmara renunciar ao mandato, como deveria ser.
Leu trechos da carta da renuncia, daquele que ainda faz parte da geração que não fugiu e nem foge à luta.
” É um militante que deixa a condição de deputado, mas não deixa a condição de militante respeitado”.
“O seu legado não será esquecido”.
Após dias de exposição e crueldade midiática, Genoino chegou a fazer uma confissão.
“Eu não posso mais suportar uma tortura dessa”, disse Genoino a Guimarães.
Tudo isso, depois de resistir a tantas outras.
Conversa Afiada

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