Luis Nassif
Em 2012, o deputado baiano Antônio Imbassahy – estreitamente ligado a José Serra - foi autor de quase vinte requerimentos de pedidos de informações à Petrobras.
Recebeu informações inéditas sobre as refinarias Pasadena, Okinawa, Abreu de Lima e SBM Offshore, contratos para encomendas de navios e plataformas pelo estaleiro Atlântico Sul, e também sobre reformas de refinarias, como a Repar, do Paraná.
Os documentos foram preservados, aguardando o período eleitoral.
Jutahi Magalhaes, José Serra e Imbassahy

Foram justamente esses documentos – secretos – que serviram de base para as reportagens dos últimos dias que deram pretexto para a criação da CPI.
Informações reservadas, fornecidas pela Petrobras ao Congresso, estão sendo utilizadas eleitoralmente, expondo a companhia à execração pública.
Ontem, a Folha publicou a matéria “Documento sobre Pasadena enviado ao Congresso foi violado” (clique aqui)
Dizia que documento reservado encaminhado em dezembro de 2012 pela Petrobras – com informações sobre a compra da refinaria Pasadena – teria chegado violado ao seu destino.
A denúncia partiu do próprio deputado Imbassahy em 18 de dezembro daquele ano. Ontem – segundo o jornal – Imbassahy foi procurado, confirmou o episódio “mas não quis dar detalhes”.
GGN

Em 2012, o deputado baiano Antônio Imbassahy – estreitamente ligado a José Serra - foi autor de quase vinte requerimentos de pedidos de informações à Petrobras.
Recebeu informações inéditas sobre as refinarias Pasadena, Okinawa, Abreu de Lima e SBM Offshore, contratos para encomendas de navios e plataformas pelo estaleiro Atlântico Sul, e também sobre reformas de refinarias, como a Repar, do Paraná.
Os documentos foram preservados, aguardando o período eleitoral.
Jutahi Magalhaes, José Serra e Imbassahy
Foram justamente esses documentos – secretos – que serviram de base para as reportagens dos últimos dias que deram pretexto para a criação da CPI.
Informações reservadas, fornecidas pela Petrobras ao Congresso, estão sendo utilizadas eleitoralmente, expondo a companhia à execração pública.
Ontem, a Folha publicou a matéria “Documento sobre Pasadena enviado ao Congresso foi violado” (clique aqui)
Dizia que documento reservado encaminhado em dezembro de 2012 pela Petrobras – com informações sobre a compra da refinaria Pasadena – teria chegado violado ao seu destino.
A denúncia partiu do próprio deputado Imbassahy em 18 de dezembro daquele ano. Ontem – segundo o jornal – Imbassahy foi procurado, confirmou o episódio “mas não quis dar detalhes”.
GGN

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