De má vontade com os jornalistas, Dilma culpou a imprensa pelo insucesso
da nação dentro e fora dos campos



Na qualidade de mulher e posta indevidamente na cadeira de presidente, Dilma Rousseff mais uma vez prova que não entende de nada e deveria estar em casa cuidando do neto, ao invés de usurpar o cargo que por direito pertence aos homens bons da nação. Isto patente ficou na sabatina dela pelos jornalistas isentos e imparciais do diário dos homens bons, onde, mais uma vez, ela deu um show de desconhecimento e despreparo para governar, não sabendo responder ou respondendo erradamente à maioria das perguntas.

Disse a búlgara escarlate:

“Há no Brasil um jogo de pessimismo inadmissível, veja por quê: vamos discutir a Copa entre nós. Eu lembro, e me desculpa dizer isso aqui, que no dia que começou a Copa, vocês botaram assim no jornal, que a Copa está resolvida nos gramados, e não está resolvida de forma alguma fora dos gramados.
Houve quem dissesse que não teríamos aeroportos, organização, que estávamos aquém de tudo, que deveríamos ter vergonha do país. Não teríamos estádios, aeroporto decentes, estrutura de comunicação. Que seria um desastre. Que além de todo o caos, teria uma epidemia de dengue. Isso é uma conspiração contra o país. Isso é muito grave”, disse a presidente, se dirigindo, em parte, ao jornalista da Folha, Ricardo Balthazar, editor do caderno Poder. “Está havendo o mesmo pessimismo que ocorreu com a Copa, com a economia brasileira”.
  
Oras, até parece que ela não assiste o Jornal Nacional ou não lê o semanário dos homens bons para não perceber que esse cenário cor de rosa que pinta só existe na cabeça dela. O fracasso da copa foi um retrato do fracasso da economia, o Brasil está a beira da falência geral, é só crise, crise e crise, acorda Dilma.

O caos aéreo só não foi total graças aos aeroportos construídos em Minas, que evitaram o inferno nos céus. 

E não adianta ficar ameaçando a alta direção do Banco de Espanha que disse a verdade, se não eles a levarão à justiça.

É lamentável.


Hariovaldo Almeida Prado


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