Estão sendo cumpridos sete mandados de busca e apreensão, dos quais cinco em Brasília e dois no Rio de Janeiro; “Durante os quase 7 meses de investigação em andamento Superintendência da Polícia Federal no DF, visando apurar a prática dos crimes de advocacia administrativa fazendária, tráfico de influência, corrupção ativa e passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro, ocorrida em decorrência de negociações escusas realizadas em processo administrativos de interesse CARF, ficou comprovado que Conselheiros e funcionários do desse órgão defendiam interesses privados, em detrimento da União”, afirma a PF em nota; o ministro Augusto Nardes, do TCU, é um dos suspeitos de receber pagamentos de R$ 1,6 milhão para ajudar a abater dívidas fiscais do grupo RBS; PF, no entanto, não divulgou os alvos dessa nova fase
247 – A Polícia Federal deflagrou nesta quinta-feira uma nova fase da Operação Zelotes, que apura fraudes na Receita Federal e no Conselho Administrativo de Recursos Financeiros (Carf).
Estão sendo cumpridos sete mandados de busca e apreensão, dos quais cinco em Brasília e dois no Rio de Janeiro.
“Durante os quase 7 meses de investigação em andamento Superintendência da Polícia Federal no DF, visando apurar a prática dos crimes de advocacia administrativa fazendária, tráfico de influência, corrupção ativa e passiva, associação criminosa e lavagem de dinheiro, ocorrida em decorrência de negociações escusas realizadas em processo administrativos de interesse CARF, ficou comprovado que Conselheiros e funcionários do desse órgão defendiam interesses privados, em detrimento da União”, disse a Polícia Federal em nota.
O ministro Augusto Nardes, do TCU, é um dos suspeitos de receber pagamentos indevidos. Ele teria recebido R$ 1,6 milhão, num caso que envolve o grupo RBS, afiliado da Rede Globo, na Região Sul, que, assim, conseguiu eliminar dívidas fiscais (leia mais aqui). A PF, no entanto, não divulgou os alvos dessa nova fase.
Brasil 247

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