A presidenta Dilma Rousseff se reuniu, nesta quarta-feira (30), com representantes de movimentos sociais.
O encontro foi feito pouco antes do lançamento da terceira fase do Minha Casa Minha Vida.
Foto: Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Militantes dos movimentos sociais, reunidos neste momento no Palácio do Planalto para o lançamento da terceira fase do programa Minha Casa Minha Vida, se uniram contra a tentativa de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Para eles, não há nada que justifique a sua saída.

“Queremos que as políticas sociais conquistadas com tanta dificuldade sejam mantidas. Impeachment é golpe!”, analisa Evaniza Rodrigues, militante da União Nacional por Moradia Popular.

Cedro Silva, presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT) da Bahia, diz que a disputa no momento se dá entre um projeto que faz e realiza a inclusão social e distribuição de renda contra outro que “prioriza as camadas mais altas de nossa sociedade”. Segundo Cedro, já passou da hora de se acabar com esta disputa fratricida.

“A população não aceita, de jeito nenhum, o impeachment a uma presidenta que não responde a nenhum processo judicial”.

Para Marly Carrara, também da União Nacional por Moradia Popular, o governo Dilma acerta ao apostar na população mais carente. “O Minha Casa só existe num governo que tem no coração a disponibilidade de direcionar os recursos para que mais precisa”.

A terceira etapa do MCMV vai contratar mais 2 milhões de unidades em todo o País até o fim de seu mandato, em 2018. Serão R$ 210,6 bilhões investidos, dos quais R$ 41,2 bilhões são do Orçamento Geral da União.

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