Em entrevista com a presidenta deposta, revista mexicana ressalta 'Fora Temer' em todas as capitais no último 7 de setembro
Lula Marques/AGPT
São Paulo – Para a presidenta deposta Dilma
Rousseff, a repressão violenta contra os manifestantes que pedem pela
saída de Michel Temer e eleições Diretas Já tende a aumentar "porque
os que tomaram o poder ilegalmente não suportam que sua verdadeira
natureza golpista seja revelada aos olhos do Brasil e do mundo". A
declaração foi dada à revista mexicana Proceso publicada neste mês.
Na entrevista, Dilma volta a classificar o governo atual como "ilegítimo, golpista e usurpador", e diz que a repressão visa a sufocar "revolta popular" de parte da população que contesta a legalidade do processo de impeachment.
A publicação mexicana anota que tais advertências de Dilma surgem em contexto de crescentes manifestações contra o governo Michel Temer, e cita, em especial, os protestos que tomaram todas as capitais do país, no último feriado da Independência (7), em que milhares marcharam entoando o mesmo grito: "Fora, Temer".
A reportagem também ressalta que as manifestações impõem desafio a Temer que, em sua primeira reunião ministerial, declarou: "Não vou permitir que me chamem de golpista". "Desde então, a polícia tem reprimido com violência os protestos, sobretudo os que estão sendo realizados na cidade de São Paulo", frisa a revista.
"Quando eu era presidenta, houve centenas de manifestações contra mim, mas jamais reprimi essas marchas, porque não me incomodavam. São parte da política e da democracia", afirmou Dilma.
RBA
Na entrevista, Dilma volta a classificar o governo atual como "ilegítimo, golpista e usurpador", e diz que a repressão visa a sufocar "revolta popular" de parte da população que contesta a legalidade do processo de impeachment.
A publicação mexicana anota que tais advertências de Dilma surgem em contexto de crescentes manifestações contra o governo Michel Temer, e cita, em especial, os protestos que tomaram todas as capitais do país, no último feriado da Independência (7), em que milhares marcharam entoando o mesmo grito: "Fora, Temer".
A reportagem também ressalta que as manifestações impõem desafio a Temer que, em sua primeira reunião ministerial, declarou: "Não vou permitir que me chamem de golpista". "Desde então, a polícia tem reprimido com violência os protestos, sobretudo os que estão sendo realizados na cidade de São Paulo", frisa a revista.
"Quando eu era presidenta, houve centenas de manifestações contra mim, mas jamais reprimi essas marchas, porque não me incomodavam. São parte da política e da democracia", afirmou Dilma.
RBA

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