Agência Brasil O procurador acusa Temer de usar a AGU para tentar reverter a decisão de prisão após a decisão de segundo grau
O procurador Carlos Fernando Lima, da força-tarefa da Operação Lava Jato em Curitiba, afirmou, por meio de sua rede social do Facebook, que o governo do presidente Michel Temer está, “pouco a pouco”, destruindo a Lava Jato e a “esperança que ela representa. O comentário do procurador foi realizado em referência ao pedido da Advocacia-Geral da República (AGU) para que o Supremo Tribunal Federal (STF) reveja a decisão que autorizou prisão após condenação em segunda instância.
“Afinal, não há mais oposição das ruas às tentativas de acabar com o pouco conquistado”, ressalta Carlos Fernando, que, no texto, também diz que os políticos estão unidos em prol do financiamento da política com dinheiro dos cofres públicos. Para ele, a Operação Lava Jato nunca esteve “tão a perigo como agora”.
“Hoje a classe política está unida, mas não a favor da população, mas a favor da salvação de todos e, principalmente, da salvação de um modo de financiamento da política com o dinheiro desviado dos cofres públicos”, pondera.
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| "Não há mais oposição das ruas às tentativas de acabar com o pouco conquistado", ressalta o procurador |
No entanto, duas ações tramitam no Supremo e pedem a suspensão da possibilidade de prisão após condenação em segunda instância. O relator das ações é o ministro Marco Aurélio Mello, que além de pedir que a Presidência se manifestasse, também chamou a Câmara, o Senado e a Procuradoria-Geral da República (PGR) para dar opinião sobre o tema.
O procurador é conhecido por suas fortes críticas ao atual sistema político. Em agosto, durante uma apresentação no 9º Seminário de Transparência e Controle, em Florianópolis, Lima ressaltou que as revelações da Lava Jato precisam resultar na punição dos reconhecidamente culpados para não cair em descrédito. “Precisamos de um Legislativo que não queira se anistiar de qualquer forma e de um Judiciário que não mude a jurisprudências de acordo com a cara do freguês”, declarou.
Essa não é a primeira vez que Carlos Fernando usa sua página pessoal no Facebook para fazer críticas às tentativas de ceifar a Lava Jato ou aos críticos da operação. Ainda em agosto, enredado troca de farpas via Facebook com Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, advogado de réus e demais investigados na Lava Jato, o procurador argumentou que na internet é um cidadão e que pode manifestar suas opiniões políticas. “Ainda mais nos dias de hoje, em que nossa política é criminosa”, disparou.
Congresso em Foco


O TEMERÁRIO E A LAVA JATO DE CÚRITIBA ESTÃO DESTRUINDO O BRASIL, PROVOCANDO DESEMPREGO, COM O GOLPE O PAÍS PERDEU A DEMOCRACIA E A SOBERANIA E ESTÃO EXTERMINANDO AS EMPRESAS NACIONAIS.
ResponderExcluirMAS NÃO TEM PROBLEMAS, ESTE PROCURADORES E JUÍZES PRINCIPAL DESTE ESTADO, NÃO FICARÃO DESEMPREGADOS POIS SÃO BURGUESES COM FORMAÇÃO DUVIDOSA, NÃO PRECISAM TRABALHAR, APENAS SEREM PARCIAIS E FAZEREM POLÍTICA PARA OS TUCANOS.
O QUE ELES LATEM, NÃO IMPORTA, LULA PRESIDENTE!
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