O fracasso do governo de Michel Temer, rejeitado por 95% dos brasileiros, faz com que até partidos que compõem sua base aliada já pensem em abandonar o barco e aderir à campanha do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, líder absoluto em todos os cenários para a Presidência em 2018; Para evitar a debandada, Michel Temer vem tentando articular a construção de uma ampla frente de centro-direita para ajudar na aprovação de pautas econômicas, principalmente da reforma da Previdência, e mantê-la unida até a disputa eleitoral de 2018, o que parece difícil de acontecer

247 - Embora o Planalto defenda uma candidatura única à Presidência em 2018, a maioria das siglas da base aliada vê um cenário ainda incerto e evita se comprometer com nomes colocados como possíveis candidatos. Há dirigentes que falam em candidatura própria e até em apoiar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), caso ele seja candidato.
No cenário atual, os partidos de centro trabalham entre os cotados com os nomes do governador Geraldo Alckmin (PSDB) e do ministro da Fazenda, Henrique Meirelles (PSD). O escolhido, porém, dependerá do cenário político e econômico do próximo ano. Em entrevista nesta quarta-feira, 29, o ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, afirmou que a ideia é construir uma candidatura única entre os partidos da atual base de sustentação do governo Temer para “representar esse legado”.


Michel Temer vem tentando articular a construção de uma ampla frente de centro-direita para ajudar na aprovação de pautas econômicas, principalmente da reforma da Previdência, e mantê-la unida até a disputa eleitoral de 2018.
As informações são de reportagem de Igor Gadelha no Estado de S.Paulo.

Brasil 24/7

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