Palocci, condenado a doze anos de prisão por corrupção passiva e lavagem de dinheiro, tenta de todas as formas conseguir uma história que diminua sua pena. Faltam apenas provas



Desta vez o dinheiro teria vindo da Líbia. Mais precisamente de Muamar Kadafi, a quem a Veja atribui “irmandade” com o então presidente Lula. De acordo com dados extraídos da tentativa de delação de Antônio Palocci, o líder Líbio teria enviado secretamente, em 2002, 1 milhão de dólares para a campanha eleitoral de Lula.

Palocci tenta, há sete meses, conseguir algo contra Lula que amenize a sua pena. O ex-ministro que virou consultor e chegou a movimentar 200 milhões de reais na conta de sua empresa de consultoria, foi condenado a doze anos por corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Por outro lado, a revista Veja tenta em capas consecutivas e alternadas, ora emplacar um candidato, outra detonar uma bomba que acabe com a candidatura de Lula. Não tem tido sucesso nem por um lado e nem por outro.


Desta vez, o ataque vai contra o PT também, já que doação ilegal de recursos estrangeiros pode resultar na cassação de um partido.

Tanto no caso de Palocci quanto da Veja, não faltam histórias mirabolantes. Faltam provas.


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